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Como calcular a abundância relativa de um isótopo

Atualizado em 17 abril, 2017

Os isótopos de um elemento são átomos que têm uma quantidade variante de nêutrons. Enquanto os átomos do mesmo elemento têm que ter a mesma quantidade de prótons para serem classificados como mesmo elemento, o número de nêutrons pode variar. A abundância relativa de um isótopo é a porcentagem de átomos de um elemento específico que são de um certo isótopo. O isótopo de um elemento é definido por um número logo depois do nome do elemento na tabela periódica. Por exemplo, o elemento carbono sempre tem seis prótons. Os isótopos de carbono, como o carbono 12 e o carbono 14, têm números diferentes de nêutrons.

Instruções

Os átomos de um elemento têm número igual de prótons, mas podem ter números diferentes de nêutrons (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)
  1. Consulte a tabela periódica para determinar a massa atômica de um elemento cujos isótopos você está medindo. Também é necessário saber a massa atômica de cada isótopo medido.

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  2. Substitua esses valores na equação: a = bx + c(1 - x), onde "a" é a massa atômica do elemento, "b" e "c" são as massas atômicas de dois isótopos e "x" é a variável desconhecida. Por exemplo, caso a massa atômica de um elemento seja 12, e dois dos seus isótopos tenham massas atômicas 14 e 6, a equação será: 12 = 14x + 6(1 - x).

  3. Resolva a equação para encontrar x. Por exemplo, descobrir x na equação 12 = 14x + 6(1 - x) consiste em: (12 - 6) / 8 = x = 0.75. Isso significa que a abundância do primeiro isótopo é 0.75 x 100 = 75%.

  4. Subtraia a abundância do primeiro isótopo de 100% para obter a abundância do segundo isótopo. Por exemplo, caso a abundância do primeiro seja 75%, então: 100% - 75% = 25%. A abundância do segundo isótopo é 25%.

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Referências

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