Controle de ervas daninhas em lagos e lagoas

Escrito por dannah swift | Traduzido por daniel tamayo
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Controle de ervas daninhas em lagos e lagoas
A prevenção é o melhor controle para plantas em lagos e lagoas (pond image by Tomasz Kubis from Fotolia.com)

De acordo com o Alabama Cooperative Extension, as ervas daninhas podem interferir com o uso de um lago ou lagoa ou destruir sua beleza natural. Muitos problemas com elas resultam de pouco planejamento ou falha de construção e gerenciamento da lagoa. A University of Florida Extension relata que algumas lagoas podem tolerar mais vegetação do que outras. Lagos recreativos, por exemplo, podem tolerar mais plantas do que lagoas de criação de peixes.

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Tipos de plantas

De acordo com o Alabama Cooperative Extension, existem três tipos de plantas de lagos e lagoas: plantas flutuantes, emergentes e submersas. As flutuantes possuem folhas e caules sobre a superfície da água. As emergentes geralmente crescem próximas da praia. Elas ficam enraizadas no fundo e as folhas e caules se estendem acima da superfície. As submersas são enraizadas no fundo e estendem até próximo da superfície.

Prevenção e solução

Como a remoção mecânica e a aplicação de herbicidas pode consumir muito tempo e dinheiro, a prevenção é o método mais viável de controle de plantas daninhas nos corpos hídricos. Fatores como o modo e onde o lago está construído, o nível d'água e a função principal contribuem para o potencial desenvolvimento de plantas. A prevenção envolve reduzir os habitats favoráveis ao crescimento de plantas indesejadas. Parte disso é controlar o nível de água e manter sua profundidade máxima para evitar áreas rasas, onde as plantas podem se estabelecer. É difícil para muitas plantas se estabelecer em águas profundas, mas é possível em águas rasas e gradualmente se mover para as áreas profundas, então as lagoas devem ser construídas com lados bem íngremes e sem áreas rasas.

Controle biológico

O controle biológico é a prática de soltar criaturas que comem plantas no corpo hídrico para consumir os vegetais. A carpa e a tilápia são peixes usados como agentes de controle. Elas comem plantas em semanas ou meses. A Virginia Tech explica que plantas emergentes (lírios d'água e junco por exemplo) são as mais difíceis de controlar pois não são o alimento favorito desses peixes. De outra forma, o controle biológico pode ser bem eficiente.

Regulando níveis de nutrientes

Permitir que os nutrientes corretos, no nível certo, entrem no corpo d'água é um fator importante para controlar e prevenir o crescimento de plantas. Os nutrientes, explica a Alabama Cooperative Extension, mantêm o crescimento de plâncton (algas) que evita a luz e faz sombra para os brotos indesejados. Ele também permite o desenvolvimento do zoo plâncton, que por sua vez permite o desenvolvimento da população de peixes. Água com nutrientes em excesso, porém, como aquelas próximas de campos com esterco animal, não devem entrar na lagoa.

Considerações

O tratamento das plantas na lagoa deve ser feito na primavera, quando acontece o crescimento ativo. A densidade vegetal e a maturidade logo depois dificulta o controle. Matar grandes quantidades de plantas maduras e deixá-las na lagoa pode levar a sérios problemas de falta de oxigênio conforme elas são decompostas, fazendo com que os peixes morram. Há um risco maior de falta de oxigênio no verão, quando a água está mais quente, outro bom motivo para lidar com o problema na primavera.

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