Diferença entre macro e micro evolução

Escrito por tony myles Google | Traduzido por pina bastos
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Diferença entre macro e micro evolução
Os cientistas observam mudanças nas espécies para entender melhor sua origem (Comstock Images/Comstock/Getty Images)

Adaptação, ou microevolução, refere-se a mudanças que ocorrem quando uma espécie passa por uma transformação e prospera no seu meio ambiente. Macroevolução é uma teoria que sustenta que a microevolução acontece em maior escala, fazendo com que uma espécie se transforme em um tipo inteiramente novo. A comunidade científica reconhece os dois conceitos; no entanto, cada um deles é marcado por diferenças sobre que provas podem ser observadas na prática, os materiais essenciais exigidos para que isso aconteça, o resultado final das mutações que levam a mudanças aleatórias e a liberdade com a qual isso pode ser ensinado nas escolas.

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Observação prática

Uma diferença fundamental entre microevolução e macroevolução é que a primeira pode ser observada e a segunda é uma teoria. Ambas requerem tempo, oportunidade, meio ambiente e as propriedades da matéria para instigar a mudança, mas a teoria da macroevolução baseia-se em milhares de milhões de anos que não podem ser medideos em tempo real. Evntos microevolucionários, como a erupção no monte Santa Helena e os efeitos do aquecimento global, podem ser estudados para observar-se o seu efeito na vida das plantas, no reino animal e na humanidade.

Materiais essenciais

A microevolução não requer uma crença de que todos e tudo vêm dos mesmos blocos construtores, ou material essencial. Os criacionistas descreveriam o mecanismo da diversidade do universo como o produto do projeto inteligente feito pela mão de Deus. Os não-criacionistas poderiam sustentar a ideia essencial da microevolução por meio da teoria do Big Bang.

A macro-evolução sugere outra coisa e sustenta que uma planta, um animal e um ser humano foram todos moldados a partir da mesma substância e, com o tempo, espontaneamente produziram suas propriedades agora reconhecidas de organização ou DNA. As questões centrais, para as quais os cientistas não têm uma resposta unânime, são: Por quais meios ou mecanismos esses complexos padrões em cada organismo vieram a existir e como a vida evoluiu a partir de químicas não viventes? A ausência de evidência fóssil irrefutável mostrando os estágios transicionais pelos quais uma espécie evolui para uma nova continua sendo um problema importuno para os macroevolucionistas.

Mutações

No seu livro "Histoire et évolution de la Terre et des êtres vivants" (História e evolução da Terra e dos organismos vivos, em tradução livre), o zoólogo francês Pierre Grasse afirma que as mutações são "flutuações meramente hereditárias em torno de uma posição mediana; um balanço para a direita, um balanço para a esquerda, mas sem um efeito evolucionário final". A microevolução reflete esses processos de mudança em uma espécie específica, tais como sua rápida adaptação a um ambiente mutável. A macroevolução sugere que as mutações podem criar um novo tipo de espécie, como um peixe finalmente tornando-se um macaco e esse macaco finalmente tornando-se um humano.

Ensinando

A microevolução é, em geral, ensinada sem objeções em escolas públicas e particulares; no entanto, ensinar macroevolução pode criar controvérsia nos meios educacionais. Os valores de uma comunidade ou os próprios educadores decidem inicialmente o que é ensinado sobre esse tópico nas escolas, mas essas decisões são muitas vezes desafiadas em litígio com grupos religiosos ou de liberdade civil.

O famoso julgamento do Macaco de Scopes de 1925 foi um simples precursor nos debates que incluíram casos locais, estaduais e nacionais. O cientista político Michael Berkman cita em seu ensaio "Evolution and Creationism in America's Classrooms: A National Portrait" que "um em oito professores de biologia do ensino médio apresenta o criacionismo como uma alternativa cientificamente válida à evolução darwiniana". Em 1987, a Suprema Corte dos Estados Unidos regulamentou que "Nós não temos a base registrada para concluir que a ciência da criação precisa ser algo mais que uma coleção de dados científicos sustentando a teoria de que a vida apareceu abruptamente na Terra".

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