Diferenças entre a "Marcha Nupcial" de Wagner e a "Marcha Nupcial" de Mendelssohn

Escrito por sarah collins | Traduzido por laila teixeira
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Diferenças entre a "Marcha Nupcial" de Wagner e a "Marcha Nupcial" de Mendelssohn
Casais de noivos podem descobrir que não é permitido usar a Marcha Nupcial de Mendelssohn nem a de Wagner em cerimônias de algumas religiões (wedding image by Pétur Ásgeirsson from Fotolia.com)

Muitas pessoas confundem a Marcha Nupcial de Mendelssohn com a Marcha Nupcial de Wagner, duas peças distintas com suas próprias histórias e tradições. Ambas foram escritas para serem usadas em casamentos ficcionais: uma em uma união que logo provou-se um desastre e a outra em uma união falsa entre uma fada e um homem transformado em asno. Ambas as canções foram banidas de casamentos por algumas religiões. Compreender a história e as tradições por trás de cada uma delas pode ajudar-lhe a decidir usar ou não uma dessas músicas em seu matrimônio e, em caso positivo, em qual momento da cerimônia.

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História

Richard Wagner é o compositor de "A Marcha Nupcial", também conhecida como "Lá Vem a Noiva". Essa peça se tornou tradicional em casamentos nas Ilhas Britânicas após ser tocada, em 1858, no casamento real da Princesa Britânica Victoria com o Príncipe da Prússia Frederick William. A "Marcha Nupcial" de Felix Mendelssohn também tornou-se uma música para casamentos após este mesmo enlace, onde foi tocada no final da cerimônia.

Origens

A "Marcha Nupcial" de Wagner foi composta como prelúdio para o terceiro ato da ópera "Lohengrin". É tocada quando Elsa e Lohengrin entram na câmara nupcial para consumar o casamento. A noite do casamento torna-se trágica, e dizem que Wagner achou divertido que a peça fosse usada em casamentos. A "Marcha Nupcial" de Mendelssohn foi composta como abertura para a música incidental da peça "Sonho de uma Noite de Verão", de Shakespeare. Essa peça foi tocada pela primeira vez em 1842.

Tradição

Em um casamento tradicional, a "Marcha Nupcial" de Wagner é tocada durante a entrada da noiva na igreja e a "Marcha Nupcial" de Mendelssohn ao fim da celebração. Pelo fato de algumas religiões terem proibido o uso da "Marcha Nupcial" de Wagner ou por preferência dos noivos; às vezes a "Marcha Nupcial" de Mendelssohn, ou alguma outra música, é escolhida para este momento.

Proibições

Algumas igrejas baniram a Marcha Nupcial de Wagner por razões tais como a inclusão de temas pagãos nas óperas de Wagner. Há muito que a Igreja Católica baniu esta música de seus matrimônios por ser tida como secular, já que apenas músicas religiosas devem ser tocadas em cerimônias na Igreja. Embora não exista qualquer proibição explícita, muitos casamentos judaicos não incluem a "Marcha Nupcial" de Wagner pela reputação antissemita de Wagner. A Igreja Católica e outras religiões podem também vetar o uso da "Marcha Nupcial" de Mendelssohn por sua ligação com "Sonho de uma Noite de Verão" e o casamento de Titânia e Bottom.

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