O efeito do fator abiótico na germinação de sementes

Escrito por victoria lee blackstone | Traduzido por angela spada
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O efeito do fator abiótico na germinação de sementes
A chuva ácida é um fator abiótico que pode impedir a germinação da semente (NA/Photos.com/Getty Images)

Dentro das sementes, a camada germinativa detém os embriões dormentes da planta. Quando em condições favoráveis, o embrião rompe essa camada e brota, ou germina. Fatores bióticos, ou vivos, e abióticos, não vivos, influenciam a germinação, tanto positiva como negativamente. Luz excessiva ou insuficiente, água, temperatura e vento podem impedir o crescimento da semente e causar sua mortalidade.

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Luz

Para o sucesso da germinação, algumas sementes precisam de luz, enquanto outras precisam de escuridão; outras são inespecíficas e germinam tanto na luz quanto na escuridão. As sementes de alface, petúnia e maria-sem-vergonha são muito delicadas e precisam de luz para germinar. Cobri-las com terra inibe ou impede-as de brotar. Algumas sementes de ervas, incluindo cebolinha, tomilho e manjericão, podem germinar tanto em condições em que há luz como na escuridão. A maioria das sementes grandes precisa de escuridão para germinar, como as sementes de milho que não só precisam de escuridão antes de germinar, como também podem secar muito depressa se não forem cobertas com terra após a semeadura.

Água

A água é um importante fator abiótico na germinação da semente. Para que uma semente germine, devem estar presentes água e oxigênio suficientes para facilitar a respiração e gerar energia. Todavia, o excesso pode ser tão prejudicial quanto um mínimo de água. Para brotar, as sementes precisam de condições de umidade, sem encharcar. Se ficarem encharcadas, estarão em risco de apodrecer; e se muito secas, o risco será de dessecar. A mortalidade da semente é o resultado de cada extremo.

Temperatura

A temperatura da terra, e não a temperatura do ar, é um fator abiótico a que os botânicos se referem na maioria das discussões sobre germinação de sementes. As sementes de milho, por exemplo, precisam ser semeadas depois que as temperaturas da terra se aqueceram o suficiente na primavera ou começo do verão. A terra fria inibe o crescimento de raízes e brotos, resultando em apodrecimento da raiz, crescimento deficitário ou mudas fracas.

Os sensores químicos, em algumas sementes, precisam de um período frio antes de sinalizar às sementes para germinarem. A estratificação do frio é realizada mediante semeadura em área externa no outono ou resfriando-as em uma geladeira antes de semeá-las do lado de fora.

Vento

Um contribuinte abiótico muitas vezes omitido, o vento, pode ajudar ou impedir a germinação da semente. Ventos fortes secam a terra encharcada rapidamente impedindo o apodrecimento das sementes. Na ausência de suficiente precipitação pluvial ou irrigação suplementar, o vento acelera a dessecação da semente, levando à sua possível mortalidade. As sementes ao sabor do vento, abaixo das aplicações de pesticidas, estão em risco de fitotoxicidade. Absorvem as substâncias químicas dos sprays ou pós que podem lixiviar a terra após assentar no chão. Pode resultar em malogro de toda a safra em decorrência de quantidades excessivas de depósito de pesticida.

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