Como fazer um histograma de densidade

Escrito por timothy haglund | Traduzido por luiz neves
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Como fazer um histograma de densidade
Em alguns passos simples, pode-se converter um histograma de frequência relativa em um de densidade (Goodshoot/Goodshoot/Getty Images)

Quando encontramos variáveis contínuas, geralmente é melhor dispor seus dados em um histograma. As variáveis contínuas são aquelas que podem, teoricamente, ocupar uma infinita possibilidade de valores, como a massa. A vantagem de fazer um histograma de densidade em vez de um de frequência relativa é que o de densidade pode revelar probabilidades caso o histograma tenha amostras suficiente grandes e espaços suficientemente pequenos. Esse processo não é muito difícil e pode lhe dar mais informações acerca de seus dados.

Nível de dificuldade:
Moderadamente fácil

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O que você precisa?

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Instruções

  1. 1

    Tome os dados de sua amostra e trace um histograma de frequências relativas. Imagine que os dados indicam o peso de 100 bebês nascidos em um hospital local. O eixo x de seu histograma será reservado para o peso, enquanto o eixo y medirá a frequência relativa. Começando com o zero na interseção entre os eixos, crie uma série de retângulos igualmente espaçados para representar suas células. Cada célula sucessiva representará um aumento de 50 g; logo, haverá 20 células a cada quilograma. Nomeie o peso de cada célula. No eixo y, crie quatro marcações igualmente distribuídas em intervalos de 0,25 e nomeie-as de forma que o zero fique na interseção dos eixos e o um fique em cima.

  2. 2

    Insira os dados no histograma. Se existirem 30 bebês com peso entre 2,70 kg e 2,75 kg, por exemplo, o topo da barra correspondente a esse peso deve se alinhar à frequência relativa de 0,3 no eixo y.

  3. 3

    Converta seu histograma de frequência relativa em um de densidades fazendo um redimensionamento. Para fazer isso, use a equação abaixo:

    Densidade da frequência relativa = frequência relativa / largura da célula.

    Portanto, no exemplo, DFR = frequência relativa / 20. Agora, as células devem ter a mesma largura, mas ser 20 vezes mais altas do que na primeira iteração de seu histograma. Embora a soma das alturas das barras ainda seja igual a um na primeira iteração, agora a área das barras também será um em seu histograma de densidade.

Dicas & Advertências

  • No seu histograma de densidades, algumas das barras podem (e provavelmente vão) ficar acima da marca do número um no eixo y. Quanto mais largas suas amostras iniciais e menores suas células, mais seu histograma lembrará uma curva, chamada de distribuição de probabilidades.

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