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Quais os métodos de depreciação existentes para escriturários?

Atualizado em 17 abril, 2017

A depreciação é uma maneira de uma empresa alocar o custo de um ativo fixo ao longo da vida útil desse ativo. Entre os métodos de depreciação que estão disponíveis para contabilidade, todos alcançam o mesmo resultado — um ativo totalmente depreciado. O caminho percorrido para esse resultado varia entre os métodos. Um escriturário deve decidir qual deles oferece um negócio com os benefícios fiscais mais vantajosos ou o que melhor atenda às metas financeiras.

A depreciação dos ativos para escriturários (stationary image by pix29 from Fotolia.com)

Depreciação linear

O método linear é popular na escrituração contábil devido à sua relativa simplicidade. O valor em dinheiro que um ativo pode ser vendido no final da sua vida útil é comumente chamado de valor residual. Esse valor é subtraído do custo original. A diferença entre o custo e o valor residual é a base depreciável. Utilizando o método linear, um escriturário simplesmente divide essa base depreciável pela expectativa de vida útil do ativo. Isto dá a taxa anual que será declarada para a depreciação. O cálculo só precisa ser feito uma vez. A mesma quantidade é utilizada para cada ano que a depreciação é declarada até que toda a base tenha sido totalmente depreciada. Este é o método mais comum usado em contabilidade.

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Método do declínio duplo

Um método acelerado comum de depreciação, como o método decrescente duplo, permite a uma empresa reivindicar mais despesa de depreciação durante o início da vida do ativo. Isto é, quando o ativo é mais produtivo. Em anos posteriores, a despesa com reparação e manutenção compensa qualquer depreciação reduzida. A vida total estimada é determinada e em cada ano é expressa como uma percentagem. Por exemplo, um ativo com uma duração prevista de cinco anos perde 20% de sua vida útil a cada ano. O método de declínio duplo vai um passo além e dobra esse número. Neste exemplo, o custo inicial seria multiplicado por 40%, ao invés vez de 20%. Se o custo inicial é de R$ 100.000,00 isto significa que a depreciação primeiro ano seria de 40% de R$ 100.000,00 (R$ 40.000,00). O valor contábil no início do ano dois, então, seria de R$ 60.000,00 (R$ 100.000,00 de custo - R$ 40.000,00 de depreciação). Este valor contábil seria novamente multiplicado por 40%, para render R$ 24.000,00 em depreciação do segundo ano (R$ 60.000,00 x 40%). Este método vai continuar até que o valor contábil seja amortizado ao nível do valor de resgate. Geralmente isso significa uma dedução reduzida no último ano. Um ativo não pode ser depreciado abaixo de seu valor residual.

Método da soma dos anos

Outro método de depreciação acelerada usado por escriturários é o método da soma dos anos. A expectativa de vida é novamente determinada. Se o ativo tem uma vida de quatro anos, os dígitos até quatro são somados para formar um denominador. Neste caso, é de 10 (4 + 3 + 2 + 1). Os anos restantes da vida esperada são utilizados como o numerador. Inicialmente esse ativo tem quatro anos restantes de sua vida. Assim, a fração para a depreciação seria 4/10 no primeiro ano, 3/10 no segundo ano, 2/10 do terceiro ano e 1/10 no último ano. Essa fração é multiplicada a cada ano pela base depreciável (valor residual menos custo) para determinar a depreciação para este ano. Mais uma vez, os primeiros anos vão render a maior depreciação.

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Referências

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