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Quais os perigos das vacinas caninas contra parvovirose e cinomose?

Atualizado em 17 abril, 2017

Apesar de as vacinas caninas contra a parvovirose e a cinomose serem seguras, há alguns efeitos colaterais potencialmente fatais. A possibilidade de esses efeitos acontecerem é mínima, mas eles são muito sérios e fazem com que o cão fique muito doente. Contudo, na maioria dos casos, os benefícios de receber a vacinação compensam as chances mínimas de ele desenvolver algum dos efeitos. Se estiver preocupado com os potenciais perigos da vacina, consulte um veterinário.

Os riscos da aplicação da vacina costumam ser raros (dog image by Renata Osinska from Fotolia.com)

Sintomas neurológicos

De acordo com a Dra. Holly Nash do Doctors Forster and Smith, podem haver sintomas neurológicos após a aplicação da vacina contra cinomose. Na verdade, essa vacina é uma das principais causas de problemas neurológicos, pois ela pode causar uma inflamação no cérebro. Os sintomas neurológicos podem incluir dificuldade ao andar, como tropeçar e mancar.

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Letargia, febre e diminuição do apetite

Os cães que receberem a vacina contra parvovirose e/ou cinomose poderão ficar letárgicos após a aplicação. Esse fato se deve ao vírus vivo que é injetado em seus corpos, de acordo com o site Pet Informed. O corpo do cachorro tenta lutar contra o vírus, deixando-o cansado e, por vezes, apático. Ele pode até ter febre e se recusar a comer. A maioria desses sintomas passa após um ou dois dias.

Choque anafilático

Apesar de ser bastante raro, o choque anafilático é um risco da vacina contra cinomose e parvovirose. O choque ocorre se o cachorro tiver alergia muito forte a algum dos componentes da vacina. Cães com choque anafilático podem ter frequência cardíaca acelerada, diarreia, vômito, convulsões, coma e inchaço na face. Se não tratado corretamente, o cão poderá morrer. Esse tipo de reação costuma acontecer entre minutos após a aplicação da vacina, até 24 horas. Felizmente, a chance de ocorrer um choque anafilático é de 1 em cada 15.000 vacinas aplicadas, diz o Dr. Ronald Schultz da Escola de Medicina Veterinária da Universidade de Wisconsin.

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Referências

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