Técnicas usadas para se fazer joias na Roma antiga

Escrito por kristy ambrose | Traduzido por rodrigo gammaro alves nunes
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Técnicas usadas para se fazer joias na Roma antiga
Os designs dos camafeus têm suas raízes na Roma antiga (Zedcor Wholly Owned/PhotoObjects.net/Getty Images)

As joias da Roma antiga resistiram ao teste do tempo, com muitos dos seus designs e técnicas usados até hoje. Filigrana, camafeus, vidro, contas e brincos de argola são apenas alguns dos estilos de joias modernas herdados da Roma antiga. Os designers atuais, que incluem a Bulgari, ainda usam técnicas que tornaram as joias romanas belas e famosas.

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A história das técnicas de joias da Roma antiga

As técnicas usadas para criar joias na Roma antiga não são todas de origem romana. Muitos dos designs e materiais foram herdados dos Etruscos, que usavam projetos complicados como o filigrana e a granulação usando ferramentas muito básicas. Depois do primeiro século antes de Cristo, conforme os romanos melhoravam de situação e status, joalheiros sírios e palestinos introduziram a técnica de fazer joias com vidro laminado. Também descobriram como tingir o vidro usando metais como cobre, ferro e estanho.

Técnicas usadas para se fazer joias na Roma antiga
As técnicas de vidro soprado em roma foram importadas (Hemera Technologies/AbleStock.com/Getty Images)

Metais preciosos

Apesar de os metais mais comuns e baratos como o ferro e o cobre serem frequentemente integrados às joias romanas, quem estava em altas posições de poder e status preferia metais preciosos, como o ouro. Importava-se o electrum da Turquia naquela época, que é uma liga de ouro, platina, prata e cobre. Esse metal retém o brilho prateado da platina e da prata com o fulgor âmbar do ouro e do cobre. Os anéis são geralmente feitos com liga de ouro e cobre para dar mais força e longevidade.

Técnicas usadas para se fazer joias na Roma antiga
As joias de ouro ainda são comum na península italiana (Jupiterimages/Comstock/Getty Images)

Pedras preciosas

A maior parte das pedras preciosas usadas eram importações estrangeiras: pérolas do Golfo Pérsico, âmbar de Gdansk, esmeraldas e peridoto do Egito, safiras e topázios do Sri Lanka e jaspes e ônixes da Pérsia. Os materiais locais incluíam o ouro e a madrepérola. As pedras preciosas eram populares entre os romanos e muitas vezes eram esculpidas em camafeus e integradas a símbolos auspiciosos. As cobras enroladas eram símbolos de longevidade e o peixe significava fertilidade.

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As pérolas eram pedras preciosas comuns entre as joias da roma antiga (Thinkstock Images/Comstock/Getty Images)

Camafeus e brincos

A discrepância entre as joias das classes superiores e as alternativas mais baratas não eram apenas pelo valor dos materiais, mas pelas técnicas de moldagem. Em vez de pérolas e ouro, os camafeus eram feitos de conchas, cobre e obsidiana, para serem mais econômicos. Além disso, o estilo de brincos que vemos hoje foi herdado da antiga Roma. Os brincos de ouro eram feitos usando as técnicas dos Etruscos de filigrana e granulação; a princípio, em um estilo de aro simples. Projetos posteriores eram mais longos e mais ornamentados, chegando, às vezes, até o pescoço.

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Camafeu de ônix com a deusa romana da sabedoria, Minerva (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

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