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Os estágios de construção de um aqueduto romano

Aquedutos romanos eram estruturas arquitetônicas extremamente bem construídas, duradouras e altamente avançadas, criadas pelo Império Romano e predominante por toda a sua duração. Aquedutos eram sistemas antigos para mover água fresca para os centros populacionais em todo o Império. Alguns aquedutos ainda podem ser vistos hoje na Espanha, em Portugal, na Itália, na Turquia e em Israel.

Resquícios de aquedutos romanos podem ser vistos ainda hoje (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

Localização

O primeiro passo na construção de um aqueduto no antigo Império Romano era localizar uma fonte de água adequada. As fontes de água incluíam nascentes perenes e rios que produzissem grande volume de água o ano todo. Topógrafos de origens militares buscavam áreas com declives naturais de pelo menos 1%, que impulsionassem o movimento da água, exigindo construção de pontes e túneis com a menor frequência possível. Terras eram compradas de seus proprietários sempre que necessário e ferramentas, como gromas, usadas para medir ângulos retos; chorobates, usados ​​para nivelar superfícies; e dioptras, usadas para medir ângulos verticais, foram empregadas para tomar as medidas dos locais.

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Construção de canais

Como era a gravidade que movia a água através da maioria dos aquedutos romanos, ao longo de uma encosta em constante declive, canais e, por vezes, tubulações foram os principais elementos na construção desses aquedutos. Canais foram escavados seguindo as curvas naturais da terra para garantir a continuidade do declive. Túneis foram cavados, quando necessário, para atravessar montanhas, caso contorná-las interrompesse a descida. O buraco era cavado, o canal construído e, então, finalmente, coberto. Quando necessário, pontes eram construídas com arcos para carregar a água por sobre vales.

Cobertura dos canais

Os canais eram cobertos com três materiais: alvenaria, canos de chumbo e tubos de terracota. O material mais comum era a alvenaria. Telhados pontudos e condutos foram construídos em concreto e brita para cobrir os canais. Os próprios canais foram revestidos com um gesso impermeável chamado "opus signinum".

Operação

Uma vez construídos, aquedutos romanos exigiam manutenção constante. Vazamentos eram sempre consertados e detritos removidos com frequência. Caminhos e estradas para manutenção, bem como bueiros, eram construídos ao longo dos aquedutos e em túneis subterrâneos, após a conclusão dos aquedutos, e equipes organizadas de profissionais os matinham em boas condições de funcionamento.

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Referências

Recursos

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