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Por que os países comercializam uns com os outros?

O comércio entre as nações é essencial para os países obterem bens e serviços não disponíveis em seus territórios, seja por não haver recursos ou porque falta a tecnologia necessária. Também pode ser um importante ato de diplomacia entre nações aliadas que buscam ajudar ou ser ajudadas por outras nações ou como uma arma de guerra para punir ou prejudicar países com políticas divergentes.

O comércio entre as nações é essencial para os países (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

Posses e necessidades

Em alguns casos, o comércio é essencial para um país obter um produto ou recurso indisponível em seu território. Os países do Oriente Médio, por exemplo, possuem um vasto reservatório natural de petróleo. A maior parte do mundo depende do comércio com esses países ricos em matéria prima para combustível. A necessidade por recursos raros, que apenas algumas nações possuem, foi a causa de guerras ao longo do curso da história quando relações comerciais eram quebradas.

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Mantendo a paz

Algumas nações comercializam entre si como forma de alimentar boas relações, não apenas como forma de obter importações ou exportações. Em uma forma antiga de relações comerciais, alguns tribos ou países pagavam tributos e ouro ou outros bens para atravessar as fronteiras por motivos de viagens ou negócios. Um tratado comercial saudável é um dos primeiros sinais de relações positivas entre as nações.

Comércio especializado

Alguns países comercializam bens ou serviços específicos com outras nações, seja porque carecem de tecnologia para produzi-los por si mesmos ou porque outros países o fazem por menor custo. Um país, por exemplo, pode ser muito bom produzindo gabinetes e suportes para televisões de alta definição. Outro país pode ter encontrado o modo mais barato de produzir televisões de alta qualidade que se encaixem nos suportes. Ambos os países se beneficiariam ao comercializarem os diferentes bens complementares.

O comércio como uma arma

O comércio, ou sua ausência, pode ser usado como uma arma para competir ou prejudicar países concorrentes ou belicosos. Ao longo da história, nações poderosas usaram a sanção econômica -- essencialmente bloqueando e proibindo o comércio -- contra outras nações para punir ou forçar uma mudança de comportamento ou política. Os países também se envolvem em fortes acordos com os inimigos de seus inimigos, como, por exemplo, comercializando armas que uma nação possa usar contra a outra. Os Estados Unidos utilizaram a sanção econômica em diversas ocasiões para cessar o comércio com nações suspeitas de colaborar com o terrorismo. As sanções econômicas podem ter resultados lentos ou não serem efetivas caso não haja um número suficiente de nações colaborando com o país que estiver tentando aplicar a punição.

Unificação do comércio

O comércio também pode servir como grande unificador. Estados-nações vizinhos, com fronteiras em comum e objetivos econômicos semelhantes, podem criar moedas comuns e regras e regulamentos comerciais para levar adiante as metas de todos os participantes. Na Europa, por exemplo, 12 nações começaram a usar uma moeda comum em 2012, o Euro, que se tornou mais forte que o dólar americano.

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Referências

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