Convulsões epilépticas e fraqueza nas pernas traseiras em cães

Escrito por carrie terry | Traduzido por ana claudia bragé
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Convulsões epilépticas e fraqueza nas pernas traseiras em cães
Os poodles são geneticamente predispostos a epilepsia (poodle pair image by Tinu from Fotolia.com)

Assim como os seres humanos, os cães podem sofrer com diversas doenças. Uma delas é a epilepsia, uma condição neurológica com algumas repercussões físicas graves. Uma convulsão pode ser repentina, assustadora e potencialmente perigosa. Ela também pode causar fraqueza nas pernas traseiras e fadiga.

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Informações gerais

A epilepsia é um transtorno que se inicia no cérebro do cão. Os neurônios são ativados incorretamente, o que causa movimentos exacerbados no corpo. O distúrbio pode ter causas ambientais ou físicas, no entanto, atinge mais algumas raças de cães do que outras. De acordo com a Canine Epilepsy Network (Rede de Epilepsia Canina, em tradução livre), pastores alemães, beagles, boxers, labradores, são bernardos, setters irlandeses e poodles estão mais predispostos a terem convulsões.

Convulsões epilépticas

As convulsões epilépticas progridem de forma consistente. Durante a "aura", os sinais de uma convulsão próxima são: inquietação, nervosismo, choro, tremor, ir a esconderijos e vagar. Esse momento da convulsão pode levar minutos ou dias. A convulsão realmente ocorre durante o "ictus". O cão cai e pode ficar debatendo-se com as patas no ar. Isso pode durar alguns minutos. Durante a fase "postical", o cão passa um tempo se recuperando da convulsão.

Causas

A Canine Epilepsy Network afirma que a epilepsia é uma doença genética. Cães geneticamente predispostos têm um ataque epiléptico por substâncias tóxicas, distúrbios no metabolismo ou no cérebro, como tumores, que podem impedir o funcionamento adequado desse órgão.

Fraqueza nas pernas traseiras

A fraqueza nas pernas faz parte das fases aura e ictus da convulsão. Um cão fica enfraquecido e perde a habilidade de caminhar, e isso geralmente resulta no cair no chão durante a convulsão. Na fase ictus, as pernas do cão ficam rígidas e tremem ou balançam no ar. Essa situação extrema pode cansar as pernas do cão e causar ainda mais fraqueza.

Tratamento

A convulsão e a epilepsia são tratadas com medicamentos e cuidados. Os anticonvulsivos diminuem a intensidade das convulsões e protegem os cães de lesões. Os donos dos animais devem observar qualquer sinal de convulsão próxima e lidar com ela de forma segura e responsável.

Considerações

De acordo com o órgão americano National Institute of Neurological Disorders and Stroke (Instituto Nacional de Desordens Neurológicas e Derrames, em tradução livre), a epilepsia pode ocorrer juntamente com outras doenças, como cinomose, tumores cerebrais, falência hepática ou cardíaca e diabetes.

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