Convulsões não epilépticas relacionadas ao estresse

Escrito por cynthia stephenson | Traduzido por mariana dsp
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Convulsões não epilépticas relacionadas ao estresse
Saiba como ajudar uma pessoa tendo uma convulsão não epiléptica (Creatas/Creatas/Getty Images)

As convulsões não epilépticas se manifestam como resultado de um trauma, e são a forma de o corpo lidar com um estresse insuportável. Elas são definidas como não epilépticas porque não são causadas devido a problemas elétricos no cérebro, apesar de se parecerem com essas convulsões. O termo "pseudo-convulsão" já foi usado, mas hoje em dia não é muito comum devido à conotação. As convulsões não epilépticas não são falsas, e as pessoas que as têm podem não saber que são eventos não epilépticos.

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Tipos e causas

Existem dois tipos de convulsões não epilépticas: fisiológicas e psicogênicas. As fisiológicas podem ser causadas por uma queda drástica nos níveis de açúcar do sangue ou na pressão, fluxo reduzido de oxigênio ou sangue para o cérebro ou mudanças no ritmo cardíaco, enquanto as psicogênicas são resultados de traumas físicos ou emocionais - abuso físico ou sexual, morte de um ente querido, divórcio ou outro acontecimento estressante.

Diagnóstico

Devido à similaridade com as convulsões epilépticas, as não epiléticas podem ser difíceis de diagnosticar. A Epilepsy Foundation diz que quase 20% dos pacientes avaliados em centros de epilepsia, em idade adulta, têm convulsões não epilépticas. Quando não tiver certeza do diagnóstico, os médicos podem cometer erros e prescrever anti-epilépticos, que não só não aliviarão as convulsões não epilépticas como também terão efeitos colaterais. As pessoas podem ter os dois tipos de convulsões. Os pacientes de convulsões não epilépticas também podem ter convulsões epilépticas, dificultando o diagnóstico e tratamento. Muitas vezes, os médicos podem fazer eletroencefalogramas, que devem capturar o momento exato da convulsão.

Tratamento

Quando uma convulsão não epiléptica tiver sido diagnosticada, os médicos recomendam acompanhamento psicológico para descobrir a causa do estresse ou trauma que resulta na convulsão. Essa terapia será a base para garantir o tratamento com sucesso dos pacientes com convulsões não epilépticas. Se você acha que já teve alguma convulsão, procure tratamento para que o médico possa lhe diagnosticar o tipo e causa e recomendar um tratamento.

Características

Para a maioria das pessoas, as convulsões ocorrem aleatoriamente e não podem ser previstas. Uma pessoa com convulsões pode ter movimentos bruscos, tremer, não responder a estímulos visuais ou sonoros ou ter olhar perdido. As convulsões costumam durar poucos minutos e acabar sozinhas. As pessoas costumam ter confusão após a convulsão. A American Brain Tumor Association recomenda que, caso presencie alguém convulsionando, retire quaisquer alimentos ou objetos que a pessoa tenha dentro da boca, deite a pessoa no chão (para que ela não caia ou se machuque) e que não restrinja o movimento dos membros. Peça ajuda médica se a pessoa tiver dificuldades para respirar, se machucar, se a convulsão durar mais de cinco minutos ou for seguida por uma segunda convulsão, se a vítima for uma mulher grávida ou se a pessoa tiver diabetes ou passar mal após a convulsão.

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