Efeitos adversos da rauwolfia Serpentina

Escrito por ana dor | Traduzido por antonio silva
  • Compartilhar
  • Tweetar
  • Compartilhar
  • Pin
  • E-mail
Efeitos adversos da rauwolfia Serpentina
Rauwolfia serpentina é originária da Índia, Indochina, Bornéu, Sri Lanka e Sumatra (ArunaR/Flickr.com)

Rauwolfia serpentina, também conhecida como "rauvolfia", "snakeroot indiano" e "serpentwood," é uma planta persistente, originária da Índia, Indochina, Bornéu, Sri Lanka e Sumatra. As suas raízes, que têm um sabor amargo, contêm reserpina, uma substância alcaloide com um efeito sedativo potente que tem vários usos medicinais. Alguns herboristas, porém, desencorajam o uso de rauwolfia pelas numerosas reações adversas que podem causar.

Outras pessoas estão lendo

Uso medicinal

A rauwolfia é utilizada no tratamento de condições como a hipertensão, nervosismo e insônia. Ela é conhecido na Índia como o "erva da insanidade", sendo recomendada em transtornos mentais. A reserpina e seus derivados são ingredientes importantes em muitas prescrições de tranquilizantes.

Embora também incluída em remédios populares para o câncer, doenças do fígado e doenças mentais, a Sociedade Americana do Câncer diz que não há provas científicas para apoiar estes usos. Na sua forma nativa na Índia, a planta também tem sido utilizada em solução pastosa aplicada por via tópica para o tratamento de picadas de cobra e picadas de escorpião.

Formas

A reserpina foi aprovada pela Food and Drug Administration(FDA) para medicamento de prescrição, e pode ser encontrada em forma de pílula e injetável. No Reino Unido, a rauwolfia também está disponível apenas por prescrição Já na Alemanha é aprovada para o tratamento da hipertensão.

A rauwolfia também é vendida como um suplemento dietético nos Estados Unidos e pode ser encontrada na forma bruta e em forma de pó para uso interno e externo.

Contraindicações

De acordo com a edição de 2004 da revista "Referência dos médicos para fitoterápicos", a rauwolfia não deve ser consumida por pessoas que sofrem de depressão, ulcerações ou feocromocitoma (tumor da glândula adrenal). Além disso, mulheres que estão amamentando ou grávidas devem evitar esta substância, pois ela pode passar para o leite materno e ter efeitos desconhecidos sobre o bebê.

Interação medicamentosa

Aumento significativo na pressão arterial pode ocorrer quando o medicamento é tomado junto de remédios para tosse e para gripe ou inibidores de apetite. O álcool não deve ser consumido em associação com a reserpina, pois pode causar grave comprometimento das reações. Os antipsicóticos e barbitúricos aumentam os efeitos da droga. Se for tomado em combinação com digitálicos, pode causar ritmo cardíaco lento. Os efeitos da droga são reduzidos e outros efeitos indesejáveis ​​de movimento do músculo podem ocorrer quando se toma em associação com a levodopa (medicamentos para a doença de Parkinson).

Reações adversas

Os efeitos colaterais da rauwolfia incluem congestão nasal, cansaço, depressão e disfunção erétil. A reserpina pode causar depressão grave, aumento do apetite e ganho de peso. Pode ocorrer sonolência, por isso sua administração deve ser feita com precaução no caso de operação de veículos ou máquinas pesadas. A reserpina é conhecida por causar câncer em camundongos. Pessoas que a usam aumentam ligeiramente as suas taxas de risco desta doença. O Programa Nacional de Toxicologia dos EUA a classifica como uma "substância que provavelmente causa câncer".

História

O uso de rauwolfia é registrado em textos hindus que datam de cerca de 500 a.c no ocidente. Era desconhecida até 1943, quando um médico indiano escreveu um artigo sobre a planta, enfatizando a eficiência de seus efeitos sedativos no tratamento da pressão arterial elevada. Nos Estados Unidos, a reserpina teve um sucesso rápido para substituir a utilização da terapia de choque eléctrico e lobotomia para transtornos mentais.

Não perca

Filtro:
  • Geral
  • Artigos
  • Slides
  • Vídeos
Mostrar:
  • Mais relevantes
  • Mais lidos
  • Mais recentes

Nenhum artigo disponível

Nenhum slide disponível

Nenhum vídeo disponível