Epilepsia canina causando problemas nas pernas dianteiras de cães

Escrito por carrie terry | Traduzido por juliana néris nakanejo
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Epilepsia canina causando problemas nas pernas dianteiras de cães
Labradores são particularmente suscetíveis à epilepsia por meio das suas linhagens (Black Labrador Retriever image by crazy.nataly from Fotolia.com)

Os cães podem contrair muitas doenças e desordens sérias. A epilepsia não é uma doença que se possa contrair, mas alguns cães têm a propensão genética para possuí-la. Essa desordem tem alguns sintomas físicos violentos, incluindo convulsões e fraqueza nas pernas traseiras e dianteiras.

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Os fatos

A epilepsia é uma de uma série de doenças causada por falhas e desequilíbrios químicos no cérebro do cão. Neurônios hiperativos no cérebro sinalizam para muito movimento no corpo do cão, que se apresenta como convulsão. Esta doença é causada pela genética e, de acordo com a "Canine Epilepsy Network" ("rede de epilepsia canina"), ocorre mais frequentemente em pastores alemães, beagles, boxers, labradores, São Bernardos, setters irlandeses e poodles.

Convulsões

As crises epilépticas consistem de uma fase de "aura", que é quando os sinais da aproximação de uma convulsão se apresentam, a fase de "crise" (ictus), que é quando o cão tem a convulsão, e a fase "pós-ictal", quando o cão se recupera do ataque. Na prática, isso este se apresenta como um processo no qual o cão se torna inquieto e perturbado por várias horas, tem uma convulsão, e depois continua confuso e com comportamento errante enquanto se recupera.

Causas

A epilepsia é considerada uma desordem genética, passada de pais para filhos pelas linhagens. A predisposição genética é "ativada" pelo tempo decorrido, meio ambiente, substâncias tóxicas, metabolismo ou doenças cerebrais. A epilepsia, muitas vezes, ocorre em conjunto com tumores cerebrais.

Fraqueza das pernas dianteiras

A fraqueza nas pernas ocorre tanto durante a fase de aura quanto na fase "ictus" de um ataque epiléptico. Esta fraqueza provoca uma falta de equilíbrio e força, e um possível colapso. Uma fraqueza adicional é causada pelo estresse da própria convulsão, então o cão pode ter dificuldade para andar durante a sua recuperação.

Tratamentos

A epilepsia não é uma doença curável, mas é controlável por meio de medicamentos e de preparação. Medicamentos anti-convulsivos funcionam para evitá-las, e para amenizá-las quando acontecem. Proprietários de cães epilépticos são treinados a reconhecer os sinais de que a convulsão se aproxima e administrar responsavelmente os ataques para manter os cães fora de perigo.

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