Epilepsia e stress

Escrito por alexis dawes | Traduzido por marina pastore
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Epilepsia e stress
A epilepsia pode ser disparada pelo stress (anitapatterson, morgueFile.com)

Neurônios do cérebro mandam e recebem constantemente mensagens elétricas entre si. Quando o padrão regular destas mensagens é perturbado ou interrompido, uma convulsão pode acontecer: elas fazem com que o corpo sacuda, trema ou se torne aparentemente incontrolável, embora às vezes possam se limitar a um olhar vazio. A epilepsia é um quadro de convulsões diagnosticado pelos médicos após um mínimo de dois ataques. O stress pode muitas vezes disparar uma convulsão epilética, fato que torna importante para pessoas epilépticas a manutenção razoável de seus níveis de stress.

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Sintomas da epilepsia

Convulsões são o sintoma definitivo da epilepsia. Algumas delas começam com um aviso, conhecido como aura. As auras podem incluir náusea, depressão, sensações corporais, dores de cabeça e até mesmo um gosto estranho na boca. Dependendo do tipo de convulsão do paciente, os músculos podem endurecer, há chance de perda total da consciência, piscadas constantes ou espasmos nos braços e nas pernas. Algumas pessoas com epilepsia dizem ver luzes brilhantes ou sentir formigamentos durante um ataque.

Diagnóstico

De acordo com a Mayo Clinic, o método mais comum para testes de epilepsia é o eletroencefalograma (EEG). Durante este procedimento, eletrodos são colocados no escalpo e o EEG grava a atividade elétrica no cérebro. Mesmo que o paciente não sofra uma convulsão, o EEG pode perceber anormalidades elétricas. Na tentativa de diagnosticar que tipo de ataque o paciente tem, o médico pode pedir para que ele passe a noite no hospital, de modo que possa ser monitorado durante uma crise. Isto ajuda o médico a saber a parte do cérebro em que as convulsões estão se desenvolvendo, e permite que o paciente receba o tratamento adequado.

Como o stress afeta a epilepsia

Pode ser preocupação antes de uma prova importante ou problemas no ambiente de trabalho: o stress de algumas situações pode disparar convulsões. O stress pode mudar a atividade elétrica do cérebro, o que causa uma crise epiléptica. Além disso, quadros de stress podem fazer com que o paciente esqueça de tomar sua medicação ou durma menos, dois fatores que contribuem para o aumento do número de convulsões.

Lidando com o stress

A melhor coisa que o paciente pode fazer é evitar situações que possam causar stress, mas isso nem sempre é possível. Dependendo da situação, conversar com um terapeuta pode ajudar no melhor controle das emoções, o que alivia o stress que causa as convulsões. Também é possível investir em técnicas de relaxamento como meditação, tai chi ou ioga, além de sempre garantir que dormiu o suficiente quando se sentir estressado.

Tratamento da epilepsia

O médico provavelmente recomendará medicação para controlar as convulsões epilépticas, mas achar qual a medicação exata e a dosagem perfeita pode levar algum tempo. Inicialmente, o médico provavelmente receitará uma dosagem baixa de um único remédio, para então aumentar a dosagem até que as convulsões diminuam de frequência ou simplesmente acabem. Se não houver mudanças, ele pode tentar outra medicação ou combinar dois tipos diferentes de remédios para controle de convulsões. De acordo com a Mayo Clinic, metade de todas as pessoas recentemente diagnosticadas ficam livres de convulsões após a primeira medicação.

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