Os nomes de cinco causas da meteorização física

Escrito por doug bennett | Traduzido por rodrigo gammaro alves nunes
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Os nomes de cinco causas da meteorização física
Os glaciares são um exemplo poderoso de um tipo de meteorização física chamada abrasão (Michael Blann/Digital Vision/Getty Images)

A meteorização é um processo lento e constante na qual rochas grandes se quebram em rochas menores ou minerais novos e mais estáveis. Há duas maiores formas de meteorização: a física e a química. A meteorização física resulta na desintegração das rochas em pedaços menores. Há cinco métodos primários de meteorização física: gelifração, expansão e contração por mudança de temperatura, processo de molhar e secar, exfoliação e abrasão.

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A gelifração

A gelifração ocorre quando a água entra em rachaduras e fendas nas rochas. Quando a água se congela, ela aumenta seu volume em cerca de 9%. Essa expansão gera uma força tremenda, aumentando o tamanho das fendas. Caso uma fenda aumente muito, a rocha pode se quebrar. A gelifração é mais comum em terrenos de altitudes elevadas, onde a frequência dos ciclos de congelamento e degelo são maiores.

Expansão e contração por variação de temperatura

O aquecimento das rochas causam sua expansão, enquanto o esfriamento causa sua contração. Esse ciclo térmico pode produzir fratura e quebra de rochas. Além disso, os diferentes minerais presentes nas rochas dilatam e contraem de maneira diferente, aumentando o processo e produzindo fraturas nas ligações minerais. As variações normais de temperatura tendem a ter um efeito mínimo. Entretanto, mudanças extremas de temperatura, como as encontradas em desertos ou incêndios, podem produzir uma meteorização mais acelerada e intensa.

Molhar e secar

Todas as rochas, pelo menos em algum grau, são porosas. Conforme absorvem água e secam, podem dilatar e contrair. Este ciclo pode levar à criação e expansão de fraturas, culminando na desintegração da rocha. O processo pode levar também à cristalização, quando água rica em íons escorre por entre as fendas e rachaduras. Conforme a água evapora, os íons remanescentes podem formar cristais. À medida que esses cristais crescem, exercem forças capazes de fraturar e fragmentar rochas.

Exfoliação

A exfoliação ocorre quando materiais de camadas sobrepostas são removidos, como pela erosão das camadas superiores. Isso alivia a pressão da rocha, permitindo-a expandir. Conforme ela se expande, se formam juntas. Finalmente, pedaços da rocha se quebram em folhas. Esse processo pode ser ampliado caso a superfície superior da rocha sofrer elevação geológica. A exfoliação produz rochas em forma de domos, como as encontradas no Yosemite National Park, nos Estados Unidos.

Abrasão

A abrasão é a forma de meteorização que vem primeiro à mente das pessoas quando se fala em erosão. Frequentemente visível a olho nu, o vento e a água contêm partículas suspensas que agem como uma lixa natural, limpando as superfícies das rochas conforme passam por cima delas. Um bom exemplo desse processo de meteorização é o poder abrasivo dos glaciares.

Meteorização biológica

Além desses cinco tipos primários de meteorização, há outro chamado de meteorização biológica, que às vezes é considerado parte da meteorização física. A meteorização biológica inclui o crescimento de raízes e a atividade animal. O crescimento de raízes ocorre quando as raízes das plantas penetram em rachaduras e fendas de rochas, chamadas juntas. Ao passo em que continuam a crescer, podem causar a expansão das fraturas levando ao colapso da rocha. A escavação feita por animais e seu movimento constante também podem causar fraturas e fragmentação da rocha.

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