Plantas perenes que emitem seiva leitosa

Escrito por judy wolfe Google | Traduzido por angela spada
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Plantas perenes que emitem seiva leitosa
A seiva branca e leitosa da poinsétia pode ser perigosa, dependendo da quantidade consumida (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

As plantas perenes de várias famílias emitem seiva leitosa de seus talos cortados, raízes ou folhas. As mais conhecidas podem ser as asclépias da família Asclepiadaceae. Possuem graus variáveis de toxicidade, observa a Escola de Medicina Veterinária da Universidade de Purdue. Outras plantas de seiva leitosa podem causar reações tóxicas, incluindo irritação à pele e aos olhos. Muitas, porém, são mais perigosas para os animais do que para as pessoas.

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Apócino

O apócino, ou Apocynum cannabinum, é uma planta perene, com 91cm a 1,2 m, encontrada nos 50 estados dos Estados Unidos. Assemelha-se muito às asclépias, mas pertence à família Apocynaceae. Os talos vermelhos quebrados do apócino emitem uma seiva branca e leitosa com glicosídeos irritantes à pele. Suas raízes contêm o estimulante cardíaco cimarina. Esta planta perene possui folhas verdes e grandes, lanceoladas ou ovais. Cachos de pequenas flores brancas, em forma de taça, surgem no alto dos ramos no final da primavera e no verão. Vagens do tipo fava surgem após a florescência. O apócino é comum ao longo de bancos e correntes fluviais, em valas úmidas e em campos cultivados.

Poinsétia

Suas cores vermelho-brilhantes, rosa-elegante ou branco-cremoso transformaram as plantas perenes da poinsétia, ou Euphorbia pulcherrima, em elementos decorativos durante as festas de fim de ano. Mas essas plantas contêm uma seiva branca e leitosa com ésteres tóxicos de diterpeno. Essas toxinas podem causar náusea e desconforto oral. O grau de toxicidade, contudo, pode diferir entre as variedades de poinsétia. Pode ainda depender da sensibilidade do indivíduo ou animal exposto à seiva. Usar roupas de proteção e selar os talos cortados com um fósforo aceso ao usá-los em arranjos florais frescos, previne a exposição acidental à pele. Manter as poinsétias longe de crianças e animais de estimação reduz o risco de ingestão.

Estrela-azul-do-arkansas

A planta perene estrela-azul-do-arkansas, conhecida cientificamente como Amsonia hubrichtii, compartilha a seiva branca e leitosa das outras plantas da família do apócino. Um benefício da seiva, contudo, é que os cervos tendem a evitar a Planta Perene do Ano de 2011 da associação americana Perennial Plant. A planta larga e com uma altura de cerca de 91cm possui uma folhagem plumosa, verde-brilhante, na primavera e verão, que se torna amarelo-brilhante no outono. Espigas arredondadas de flores densas, em forma de estrela, surgem no alto dos ramos na primavera.

Leituga

A leituga comum, ou Hypochoeris radicata, é uma planta perene da família das margaridas, nativa da Ásia, Europa e África do Norte. Atualmente distribui-se pelo leste e região noroeste do Pacífico nos Estados Unidos, informa o guia de plantas bienais perenes da Universidade do Estado de Ohio. A planta, semelhante ao dente-de-leão, possui folhas verdes, estreitas e lobuladas, em um longo cacho na base. As corolas amarelas – de até cerca de 3,5 cm – coroam seus ramos finos. Normalmente elas aparecem depois de setembro. As flores dão lugar às vagens plumosas. Cavalos que consomem essa seiva leitosa da planta perene podem desenvolver esparavão ou quartos traseiros espásticos.

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