Prós e contras do protecionismo

Escrito por shane hall | Traduzido por diego morais
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Como um grupo, os economistas do mundo não são reconhecidos pelo consenso na maioria dos assuntos. Mas, eles estão bem próximos de algo unânime: as leis de protecionismo de mercado prejudicam o crescimento econômico. Embora as tendências mundiais tenham se movido em direção a um mercado mais livre, a maioria dos países continuam a usar várias medidas de proteção dos seus mercados, por exemplo, com tarifas e alíquotas de importação para protegerem os mercados internos de concorrentes internacionais. Mas, apesar da maior parte dos economistas preferirem um mercado livre, eles reconhecem que o protecionismo beneficia alguns países na economia mundial.

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Prós: proteger empregos do país

Proteger as empresas e empregos internos é um dos principais argumentos que lideram o protecionismo. Os sindicatos e as industrias locais geralmente apelam pelo patriotismo para conseguirem apoio das políticas de proteção. Por exemplo "Compre América" tem sido um grito de guerra, entre a indústria automotiva americana desde que as importações Japonesas se tornaram concorrentes fortes. Os economistas admitem que o comércio livre impõe custos e encargos a algumas industrias e trabalhadores a curto prazo. Entretanto, a longo prazo ele é mais benéfico do que um comércio protecionista, o qual eles acreditam ajudar somente uma pequena parte à custa de uma maior economia e sociedade.

Prós: segurança nacional

Os defensores do protecionismo afirmam que um comércio livre excessivo compromete a segurança nacional fazendo com as nações dependam demais dos bens e produtos de outros países. Eles então discutem medidas preventivas vitais para as indústrias nacionais, por exemplo, a do aço e petróleo. Aumentar o preço do petróleo, por exemplo, atende as demandas por mais produção de petróleo nacional e mesmo dependência nas suas importações por outros países, tais como do Oriente Médio.

Prós: novas indústrias

Os governos geralmente justificam políticas protecionistas afirmando que tais medidas são necessárias para ajudar as novas industrias em processo de desenvolvimento. A validade deste argumento, entretanto, é prejudicada pela tendência de tais politicas de se tornarem permanentes à medida em que as industrias se tornam mais dependentes dessa ajuda ou até mesmo pressionam o governo para que mantenha tais medidas vigentes.

Contras: preços elevados, menos esocolha

O protecionismo restringe a competição, consequentemente limitando a disponibilidade de bens e produtos internacionais, forçando os consumidores a comprarem e pagarem mais caro por produtos locais. Os custos das tarifas e outras barreiras de proteção são repassadas aos consumidores com o aumento de preços das mercadorias internacionais. O livre comércio, por outro lado, força mais competitividade entre os produtores em todo o mundo, e isso faz com os preços sejam mais baixos e aumentem a diversidade dessas mercadorias.

Contras: lento crescimento econômico

Os economistas alegam que o protecionismo limita o crescimento econômico, visto que, restringe os mercados sobre as ofertas e disponibilização dos produtos. Eles alertam que se um país restringe os bens e produtos de um outro país, este também pode adotar medidas de restrição, o que consequentemente diminuirá o crescimento econômico, já que o processo de exportação se tornará mais difícil.

Contras: tensões globais

Quando o governo de uma nação restringe importações de outros países, adotando medidas tarifárias, e alíquotas de importação, ou outras políticas de proteção, a segunda nação pode fazer retaliações com ações similares contra os produtos da primeira. As ações de restrição de comércio com outras nações podem se tornar uma "guerra de mercado", à medida que as nações continuem agindo contra os produtos uma das outras. Em casos extremos, essas tensões podem se tornar verdadeiros conflitos armados.

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