Riscos da cirurgia de carcinoma folicular de tireoide

Escrito por cori knight | Traduzido por deivid assis
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Riscos da cirurgia de carcinoma folicular de tireoide
Imagem microscópica da tireoide (Duncan Smith/Stockbyte/Getty Images)

O carcinoma folicular é uma das variedades mais comuns de câncer de tireoide e costuma ter um bom prognóstico na maioria dos casos. Como acontece com quase todos os tipos de câncer de tireoide, o carcinoma folicular é geralmente tratado cirurgicamente. Todas as cirurgias envolvem alguns riscos e efeitos colaterais, sendo alguns desses efeitos comuns a maioria das cirurgias e outros procedimentos específicos para a neoplasia tireoidiana.

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Definição

O carcinoma folicular de tireoide ocorre nas células foliculares da glândula. Essas células produzem hormônios que ajudam a regular o metabolismo do organismo. Esse é o segundo tipo mais comum de câncer de tireoide, sendo responsável por um em cada dez casos diagnosticados e raramente se metastiza. A cirurgia é a opção de tratamento mais comum para a maioria das neoplasias tireoidianas, embora possa ser utilizada em conjunto com outros tratamentos.

Tipos de cirurgias tireoidianas

Os médicos geralmente usam uma das três cirurgias para tratar o câncer folicular de tireoide: a tireoidectomia total, a tireoidectomia parcial ou lobectomia. A tireoidectomia total remove toda a glândula, enquanto uma parcial deixa apenas uma pequena parte dela para trás. A maioria dos cânceres é tratada com um desses dois métodos. A lobectomia remove o lóbulo onde o câncer está presente e o tecido que une um lóbulo ao outro (istmo); esse método é utilizado apenas em alguns pacientes com carcinoma papilar ou folicular e pode requerer que o lóbulo restante seja removido mais tarde.

Riscos cirúrgicos comuns ou efeitos colaterais

Os riscos da cirurgia incluem dor pós-operatória, inchaço ou sensibilidade e fistulização. Como uma possibilidade em qualquer operação, a infecção é outro risco, embora os cirurgiões e médicos sejam treinados para minimizar esses riscos e os antibióticos podem combater ou prevenir a maioria das infecções pós-operatórias. Sua equipe médica lhe ensinará a cuidar do sítio cirúrgico para gerenciar quaisquer efeitos secundários.

Terapia de reposição de hormônios tireoidianos

Pelo fato da tireoide regular o metabolismo e produzir hormônios vitais, é necessário uma terapia de reposição hormonal. Essa terapia também pode retardar o crescimento de todas as células cancerosas deixadas para trás. Poucas pessoas têm efeitos colaterais à levotiroxina, a droga usada para o tratamento de reposição, com efeitos ocorrendo geralmente durante os primeiros meses de tratamento, quando o médico utiliza análises sanguíneas para calcular a dose correta. A levotiroxina é tomada uma vez por dia, geralmente pelo resto da vida.

Nutrição e suplementos

Um risco potencial após a cirurgia de remoção total ou parcial da tiroide é a dificuldade em engolir ou náuseas, então retornar a uma dieta completamente normal pode demorar algum tempo. Se a cirurgia for usada conjuntamente com a terapia de iodo radioativo, uma dieta especial também podem ser necessária para se preparar a terapia. Se as glândulas paratireoides também forem retiradas durante a cirurgia, você também precisará tomar suplementos de cálcio e vitamina D.

Dano nervoso

Um possível risco da cirurgia de tireoide é o dano aos nervos ou músculos ligados a estruturas da parte superior do corpo. Danos aos nervos que controlam a laringe (cordas vocais) podem resultar em problemas na voz, rouquidão ou voz sussurrada. Esses efeitos podem ser temporários ou permanentes. Se certos músculos forem afetados, um ombro poderá ficar mais baixo do que o outro.

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