Terapia ocupacional e avaliação para doença de Parkinson

Escrito por stephanie crumley hill | Traduzido por lara scheffer
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Terapia ocupacional e avaliação para doença de Parkinson
A doença de Parkinson afeta o sistema nervoso central

A doença de Parkinson é uma condição que afeta o sistema nervoso central. Os sintomas mais comuns são tremores, instabilidade da postura, membros rígidos e uma falta de equilíbrio ou coordenação. Conforme os sintomas pioram, os pacientes podem ter problemas com as atividades normais de uma rotina. Terapeutas ocupacionais podem ajudar os pacientes a administrar seus sintomas e levarem uma vida mais completa. Os terapeutas ocupacionais também têm um papel importante em administrar a doença de Parkinson, fornecendo avaliação contínua da condição do paciente.

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Resultados de pesquisas

A terapia ocupacional faz alguma diferença para pacientes com a doença de Parkinson? Os estudos anteriores eram pequenos e inconclusivos, mas pesquisas mais recentes indicam que a terapia ocupacional tem uma função importante, o que encorajou maiores estudos. Em 2009, pesquisadores publicaram um estudo de 39 pacientes e avaliaram suas melhoras com um certo número de medidas de resultados concebidos para medir a capacidade dos pacientes nas atividades de uma rotina diária, sua mobilidade e depressão. Pacientes que fizeram terapia ocupacional demonstraram melhoras através de melhores resultados. Os pesquisadores concluíram que a terapia ocupacional era benéfica e que uma experiência maior devia ser conduzida.

Avaliação

A doença de Parkinson é considerada tanto crônica quanto progressiva. Isso significa que não existe cura para ela e que o paciente vai continuar a piorar. Conforme os sintomas pioram, a terapia ocupacional tem um papel importante em monitorar as mudanças, fazer recomendações para mudanças nas atividades da terapia e implementar diferentes técnicas, equipamentos e treinamentos adaptáveis. A avaliação também pode incluir avaliações psicológicas de problemas cognitivos associados com o mal de Parkinson, como estresse ou depressão, assim como a demência. Terapeutas ocupacionais podem administrar questionários de avaliação, como os mencionados acima, para medir os resultados. Um terapista ocupacional pode recomendar modificações na casa do paciente para que ficar em casa seja uma opção viável por um período maior de tempo.

Terapia ocupacional

A rigidez e inflexibilidade é comum no mal de Parkinson. A terapia ocupacional ajuda os pacientes a manter a maior variedade de movimentos pelo maior tempo possível. Ela também pode ajudar a aumentar a coordenação e destreza, problemas comuns para pacientes que desenvolveram instabilidade na postura. Com a terapia ocupacional, pacientes de Parkinson podem executar tarefas essenciais de uma rotina diária para eles mesmos, como usar o telefone, se vestir e comer, por um período de tempo mais longo.

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