Tratamento para dores de cabeça pós-trauma

Escrito por nicole murray | Traduzido por camille sampaio
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Há duas maneiras de tratar dores de cabeça pós-traumáticas: terapia abortiva ou medicação de prevenção. A terapia abortiva é utilizada para aliviar os sintomas que aparecem nas primeiras duas e três semanas do trauma na cabeça ou no pescoço. Medicação preventiva é usada para tratar sintomas que persistam após um longo período.

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Tratamento abortivo

Há várias maneiras de tratamento abortivo; a melhor para você dependerá da gravidade do seu ferimento e do tipo de dor de cabeça corrente. A terapia abortiva é geralmente a única forma de tratamento necessária quando a dor de cabeça pós-traumática é causada por um ferimento leve, que se cura rapidamente.

Medicamentos anti-inflamatórios como ibuprofeno, aspirina ou naproxeno reduzem os sintomas da dor de cabeça até que ela baixe. Essa forma de tratamento pode se tornar viciante e não é recomendada para uso a longo prazo.

Relaxantes musculares aliviam outros sintomas, como tensão no pescoço e espasmos musculares, que podem acompanhar uma dor de cabeça pós traumática. De acordo com a National Headache Foundation, as causas mais comuns das dores de cabeça pós-traumáticas são contrações musculares que vão do pescoço ao couro cabeludo. Atente-se para o fato de que certos relaxantes musculares, como Flexeril ou Robaxin, podem causar fadiga.

Dores de cabeça vasculares -- dores latejantes relacionadas ao inchaço dos vasos sanguíneos, ou hiperemia -- também se beneficiam com o tratamento abortivo. Este tipo de dor de cabeça pós traumática é similar à enxaqueca.

Medicação preventiva

A medicação preventiva para dores de cabeça pós-traumáticas é necessária quando a dor de cabeça persiste por mais de duas semanas, ocorrendo pelo menos uma ou duas vezes por semana. Medicações preventivas são empregadas duas ou três semanas após o início da dor de cabeça pós-traumática -- e após estar claro que o paciente não esteja respondendo à terapia abortiva.

Antidepressivos como amitriptilina (Elavil) ou nortriptilina (Pamelor), bem como os beta-bloqueadores comuns, ajudarão a reduzir as dores de cabeça diárias e sintomas de insônia. Os fatores psicológicos, como medo, ansiedade, tristeza e ressentimento, também podem desempenhar um papel na dor de cabeça pós-traumática; combater esses impulsos pode requerer antidepressivos e terapia de conversa. Em casos graves, os beta-bloqueadores são administrados juntamente com antidepressivos.

Dihidroergotamina intravenosa (DHE IV), um tratamento antigo para enxaquecas, pode também ser usado ​​para tratar dores de cabeça pós-traumáticas graves. É realizada no ambulatório de um hospital ou de uma clínica; medicamentos diários preventivos, tais como os antidepressivos, são usados ​​em conjunto com o tratamento. A DHE IV geralmente é dada depois de dois meses, quando o paciente já tentou terapia abortiva, bem como as outras formas de medicação preventiva sem sucesso.

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