Tratamento: Mycoplasma genitalium

Escrito por john brennan | Traduzido por deivid assis
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Tratamento: Mycoplasma genitalium
A Mycoplasma genitalium é uma bactéria difícil de ser cultivada (Comstock/Stockbyte/Getty Images)

A Mycoplasma genitalium (MG) é uma pequena bactéria que vive no trato genital humano, sendo transmitido por relações sexuais desprotegidas. As infecções com MG são comuns, mas muitas vezes são assintomáticas, o que significa que não necessariamente manifestam quaisquer sintomas evidentes. Elas têm sido associadas a várias condições, tanto em homens quanto em mulheres, incluindo doença inflamatória pélvica e uretrite, mas os cientistas ainda não têm certeza do papel que a MG desempenha na doença.

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Características

Infelizmente, a MG é dificilmente cresce em cultura, o que também dificulta seu estudo pelos cientistas. A bactéria só foi descoberta em 1980, e não se sabe exatamente qual a fração da população está infectada, pois não houve qualquer esforço global para um estudo com a MG. Na maioria dos casos, não há sintomas e não está claro se a infecção apresenta consequências ou complicações a longo prazo. No entanto, ela tem sido associado a várias doenças, incluindo a doença inflamatória pélvica, endometrite (inflamação da mucosa endometrial do útero) e cervicite (inflamação do colo uterino), em mulheres, e uretrite (inflamação da uretra), em homens.

Sintomas

Coceira na vagina, sensação de queimação ao urinar e dor associada ao sexo são todos sintomas em mulheres que possam indicar infecção por MG. Nos homens, dor ao urinar, coceira e secreção amarelada são sintomas de uretrite, uma condição associada em alguns estudos a MG. Os médicos ainda não identificaram sintomas específicos que lhes permitam distinguir a doença inflamatória pélvica (DIP) ou uretrite causada por MG de uma DIP ou uretrite causada por outros agentes infecciosos.

Detecção

Os laboratórios tipicamente testam a MG utilizando uma técnica chamada PCR, que produz cópias de uma sequência especifica de DNA a partir de uma amostra. Condições como a uretrite por vezes podem resultar de co-infecções com várias bactérias, um fator desafiante ao tentar isolar o agente e determinar o tratamento adequado. Uma vez que os sintomas de infecção por MG não diferem muito dos sintomas da infecção provocada por outra DST comum, e uma vez que a contaminação por MG é muitas vezes assintomática, ela pode muito bem passar despercebida.

Tratamento

Como a MG é dificilmente isolada a partir de espécimes, os cientistas ainda estão trabalhando para determinar qual tratamento é melhor para esse agente e se e quando a infecção requer tratamento. As Infecções assintomáticas podem mesmo não exigir qualquer intervenção, embora seja possível que elas possam causar algumas consequências ainda não identificadas a longo prazo. Tipicamente, o tratamento para MG é feito com antibióticos para matar as bactérias ou impedi-las de crescer.

Os antibióticos mais eficazes

De acordo com um estudo de 2009 da revista Antimicrobial Agents Chemotherapy, os antibióticos mais eficazes contra a MG in vitro (em um tubo de ensaio ou arranjo experimental) foram: azitromicina, claritromicina, sitafloxacino e moxifloxacino. Outro estudo publicado na revista Emerging Infectious Diseases, em 2006, no entanto, informou que a azitromicina não consegue efetuar uma cura em um número significativo de casos, o que pode tornar o moxifloxacino ou outros antibióticos uma melhor escolha. A doxiciclina e a levofloxacino são também antibióticos comumente prescritos para tratar doenças, por vezes, causadas ​​por MG. Como sempre, se você tiver uma pergunta sobre sua condição ou sobre a escolha do tratamento adequado, a melhor pessoa para consultar é o seu médico.

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