Tratamentos fitoterápicos para dor neuropática da espinha dorsal

Escrito por robin reichert | Traduzido por nicolas sales
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Tratamentos fitoterápicos para dor neuropática da espinha dorsal
Os tratamentos com ervas são ótimos para o alívio de muitas dores, mas observe seus efeitos colaterais (Martin Poole/Digital Vision/Getty Images)

A dor neuropática da espinha dorsal transmite sinais de dor da sua espinha para seu cérebro, mesmo se um ferimento se curou e não está mais presente. Apesar da falta de dano no tecido, você ainda sentirá dor, já que seu cérebro a percebe dos sinais inapropriados mandados pelos nervos dentro e em volta da sua coluna espinal. A causa da dor neuropática não é clara, mas acredita-se surgir do dano ao nervo depois de um ferimento. Os sintomas incluem dores agudas, ardência, fraqueza, formigamento e mobilidade limitada. Remédios fitoterápicos podem ajudar a minimizar a dor.

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Açafrão-da-terra

O açafrão-da-terra é uma erva que contém curcumina, que é responsável por reduzir a inflamação e dor. Essa erva tem antioxidantes que também promovem um crescimento celular saudável e a destruição de radicais livres que ameaçam a saúde das estruturas celulares. Consuma 300 mg de açafrão-da-terra três vezes ao dia para alívio da dor na espinha dorsal e inflamação de dores nas costas. Use de 15 a 30 gotas de extrato dessa erva quatro vezes ao dia para dor na espinha.

Não exceda a dose recomendada para açafrão-da-terra; quantidades excessivas podem causar transtornos gastrointestinais e desenvolvimento de úlceras. Se você tem pedra na vesícula ou obstruções de passagens da bile, consiga uma permissão de um médico antes de usar o açafrão-da-terra. Diabéticos também devem falar com um médico antes de usarem essa erva medicinal, pois ela pode diminuir os níveis de glicose no sangue. Mulheres grávidas e amamentando não devem usar essa erva. O consumo de açafrão-da-terra pode interagir com outras medicações como varfarina, clopidrogel, aspirina, cimetidina, famotidina, ramitidina, esomeprazol e omeprazol, e medicamentos diabéticos podem ser intensificados pelo consumo da erva.

Unha-de-gato

A unha-de-gato é um remédio fitoterápico comum para o alívio de dores; essa erva é usada para o tratamento de úlceras, disenteria, dores abdominais, inflamações, febres e condições artríticas. Consuma a erva como um extrato padronizado; tome 20 mg três vezes ao dia para o tratamento de inflamações associadas com dores na espinha ou faça um chá preparando de 1 a 10 g de casca de unha-de-gato com 240 ml de água por 15 minutos; deixe a mistura esfriar e coe qualquer resíduo antes de consumir. Beba o chá três vezes ao dia para o alívio da inflamação.

Pare de usar a unha-de-gato se experienciar diarreia, náusea e tontura. Grávidas também não devem usar essa erva, pois ela pode aumentar o risco de aborto espontâneo. Pessoas com o sistema imunológico comprometido também devem evitar o uso dessa erva. A unha-de-gato pode interagir com medicamentos imunossupressivos como a ciclosporina, anticoagulantes, diuréticos, progestágenos, estrogênios e medicamentos para pressão sanguínea.

Garra-do-diabo

A garra-do-diabo é uma erva normalmente usada para o tratamento de condições dolorosas; essa erva alivia a inflamação, dor e problemas gastrointestinais. É usada para o tratamento de condições artríticas, condições degenerativas das articulações, dores nas costas e é um tônico digestivo. A erva tem glicosídeos iridoides que oferecem agentes anti-inflamatórios que fornecem alívio de dores. Consuma de 100 a 200 g da erva como um extrato padronizado de uma a duas vezes ao dia para alívio da dor na espinha. Para beber como chá, prepare de 1,5 a 4 g da erva seca em um copo com água; deixe a mistura esfriar e destruir qualquer resto flutuante. Beba de uma a três vezes ao dia para alívio das dores.

Efeitos colaterais dessa erva podem incluir problemas gastrointestinais. Não use essa erva se tiver úlceras duodenais, úlceras estomacais ou pedras na vesícula. Mulheres grávidas ou amamentando não devem usar a garra-do-diabo; os estudos são insuficientes para determinar seus efeitos em mulheres grávidas e amamentando. Essa erva pode interagir com varfarina, inibidores ECA, bloqueadores dos canais de cálcio, medicamentos diabéticos, anticoagulantes, diuréticos e bloqueadores beta.

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