Os vestidos de noite estilo Flapper dos anos 20

Escrito por b. maté | Traduzido por deise ferreira
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Os vestidos de noite estilo Flapper dos anos 20
Os vestidos de noite flappers desafiaram o que era considerado convencional (Jupiterimages/Comstock/Getty Images)

A decadência foi o tema em traje de noite dos anos 20 - embora corpetes ajustados fossem soltos, cinturas marcadas fossem caídas e bainhas das saias subissem ao nível da panturrilha. Na década que sintetizava a libertação das mulheres, vestidos jovens, como o chemise e o robe-de-style estavam no auge da moda. Chapéus repletos de penas ou lantejoulas coroavam os cortes de cabelo repicados, enquanto era passado ruge nas bochechas e batons nos lábios. Joias em forma geométrica e colares de pérolas balanceavam as costas nuas. Estes foram os toques finais dos trajes de noite da década de 20.

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Vestido chemise

Em uma era de roupas esbravejantes, nos anos 20, as roupas eram o que fazia as mulheres -- quanto mais caras, melhores, de acordo com o livro de Drowne e Hugh "The 1920's." Já que o vestido chemise era simplista em design, isso não queria dizer que ele era a exceção a essa norma. Usado por muitas mulheres elegantes da época, o vestido em forma de colunas caía em uma linha reta até o tornozelo, sem quaisquer setas, plissados ​​ou costuras embutidas que ajudariam a sugerir curvas femininas. Trabalhados em tecidos opulentos, como veludos e sedas, o vestido sugeria mudança, cheio de lantejoulas e pérolas. Os padrões geométricos foram predominantes, assim como os painéis embutidos acentuados com pedras e elegância. À medida que os anos 20 progrediram, seções panejadas foram adicionadas para produzir uma bainha irregular - um elemento de estilo que continuou até a década de 1930.

Robe-de-Style

Para as mulheres que queriam uma alternativa aos vestidos chemise, o rode-de-style de oferecia um pouco mais de drama com o seus plenos babados. Um dos vestidos dos anos 20 mais associados ao designer parisiense Jeanne Lanvin, o estilo feminino foi uma adaptação do vestido de uma jovem. A silhueta tinha um corpete levemente equipado, o que era mais adequado em forma que o chemise, e um decote arredondado, que era ocasionalmente acentuado com um motivo floral estilizado. A parte da saia era cheia, jovial e às vezes permitia com o uso de saias ou roupas íntimas estruturadas com argola e acentuadas com uma cintura grossa que, por vezes, pareciam menores que a cintura natural. E, como a maioria dos trajes de noite da década, o vestido estava disponível em tecidos sumptuosos de tafetá, estruturados para veludos pesados. Indicado para mulheres com mais de 30 anos, o robe-de-style caía modestamente sob os tornozelos.

Influência grega

Uma das influências mais fortes em 1920 foi o projeto do artista de Art Deco Romain de Tirtoff, mais conhecido pelo pseudônimo Erté. Seu estilo era simples, rico de influências gregas e desenhos geométricos, inspirados muitos projetos comerciais - da arquitetura à embalagem. Sua influência também foi vista na moda, como nos vestidos de que as gregas gostavam de usar em saraus e encontros sociais. Como o vestido chemise, os vestidos gregos eram tubulares em design. A forma em que eles se diferenciavam era no uso do tecido drapeado, que era muitas vezes cortado em viés para se ajustar melhor ao corpo. Construída em tecidos régios, como seda e veludo, o elemento de assinatura do vestido era a forma como ele era franzido em uma localização estratégica, seja ele um ombro, cintura ou quadril. Fechos ornamentados, feitos de esmalte ou madrepérola, cobriam os panejamentos suaves e os mantinham intactos. Estes vestidos distintos eram algumas vezes complementados com turbantes, tiaras ou envoltórios semi-transparentes.

Vestido flapper para a noite

Com os jovens e mais polêmicos flappers, os vestidos mais curtos fizeram uma aparição esfuziante na cena da noite. Como os bustos foram achatados para baixo com o uso de roupas íntimas restritivas, um decote redondo ou em forma de V levemente drapeado estava na moda. Para os mais ousados, uma linha nas costas foi o preferido, já que elas expostas eram a tela perfeita para mostrar colares de pérolas. A icônica estilista francesa Coco Chanel ainda fez a sua assinatura indelével na cena da noite do flapper. A ela é creditada a criação do pequeno vestido preto, que é uma peça essencial ainda hoje no mundo da moda. O pretinho básico, como muitos vestidos mais curtos da época, tinham em uma bainha como silhueta e, em alguns casos, até mesmo a tinham de forma desigual até as panturrilhas.

Com o "Garçonne" ou figura de menino sendo a aparência desejada, alguns flappers preferiam um certo nível de androginia, muitas vezes usando roupas masculinas inspiradas em roupas de noite ou de moda masculina. Este conjunto noturno pode incluir algo simples como uma cartola ou em casos mais dramáticos a roupa inteira de um homem. O movimento foi um dos que teve como objetivo pressionar as convenções. Além disso, com o vestuário masculino e vestidos mais curtos, sexy e revestidos, o flapper deu seu toque mágico ao que era considerada moda noite.

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