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Instrumentos de corda asiáticos

Os primeiros instrumentos de corda eram simples arcos musicais que apareceram na África pré-histórica. Harpas e liras apareceram no Egito antigo há cerca de 5 mil anos. Os cinco tipos básicos de instrumentos de corda são arcos, liras, harpas, alaúdes e cítaras, e a maioria deles aparece na música tradicional asiática. Instrumentos asiáticos seguem uma escala musical diferente de instrumentos ocidentais e geralmente soam de modo exótico aos ouvidos de ocidentais quando tocados.

A sitar é um instrumento de cordas tradicional na Índia (Creatas/Creatas/Getty Images)

Alaúdes asiáticos

A sitar e o surbahar são instrumentos do norte da Índia relacionados à vina indiana, que é um tipo de cítara. As cordas podem ser passadas por cima e por baixo das trastes até as cravelhas. O mayuri é uma sitar cujo ressoador é na forma de um pavão. Ele pode até ser decorado com penas de pavão. O ruan chinês tem um corpo que parece um tambor. O san hsien e o japonês samisen possuem corpos cobertos por pele e podem ser redondos ou quadrados, com três cordas cada. Também há o japonês gekkin e o chinês yueh ch'in, que são alaúdes de braço curto com corpos na forma de lua e a parte de trás plana. O cha pei é um alaúde de braço comprido do Camboja. Todos têm cordas de seda, trastes e cravelhas delicadas.

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Rabecas folclóricas

A Índia possui uma variedade de rabecas folclóricas elaboradas. Algumas são esculpidas com detalhes e têm belos corpos decorados. Elas são a sarinda de muitas cordas, o sarangi e a sringara. O morin-chur da Mongólia tem uma cabeça de cavalo no topo do braço, esculpida pelos povos amantes de cavalo da região. O japonês ko-kiu também é uma rabeca, tocada com um arco. Também há tipos similares a rebabs no Japão e na China. Essas rabecas têm corpos pequenos e braços longos e finos.

Cítaras indianas

A vina indiana é um dos instrumentos de corda mais importantes do país. É uma cítara de vareta, o que significa que as cordas são esticadas por toda a extensão do instrumento. A vina normalmente é grande e um pouco pesada, por isso é tocada no chão. Às vezes o músico senta-se atrás dela e às vezes o instrumento fica apoiado no corpo do músico. Algumas vinas têm braços com duas cabaças decoradas como ressonadores. As vinas mais complexas possuem trastes e um corpo de madeira que substitui uma das cabaças como ressonador.

Cítaras chinesas, japonesas e coreanas

O ch'in chinês, o koto japonês e o kayakeum e o djunadjan coreanos também são cítaras que demandam habilidade para serem tocadas apropriadamente. As cordas são tocadas com os dedos ou o dedão com uma palheta. Outros tipos de cítaras são encontradas em Bornéu, Java, Mianmar e Tailândia. O migyaun birmanês e o chakai tailandês podem ser esculpidos na forma de um crocodilo. O dulcimer é uma cítara que é tocada com martelos, batedores ou varetas, normalmente feitos de madeira. O santoor indiano tem pontes móveis individuais e o yangum coreano tem pontes longas que permitem às cordas serem esticadas por cima ou por baixo delas. O yangchin chinês também tem pontes móveis.

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Referências

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