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Quais animais vivem na zona pelágica

A zona pelágica, do grego "mar aberto", compreende a parte do oceano que não é encontrada perto da costa. A biodiversidade da zona pelágica diminui com a profundidade, devido à ausência de luz e oxigênio e ao aumento da pressão da água. Ainda assim, esse é o lar de muitas espécies de animais, incluindo peixes, mamíferos, répteis e invertebrados.

Os tubarões vivem na zona pelágica dos oceanos (NA/AbleStock.com/Getty Images)

Invertebrados

Os invertebrados são abundantes na zona pelágica e têm papel fundamental na cadeia alimentar marinha. Apesar de muitos desses animais serem microscópicos, as espécies maiores incluem as águas-vivas e os crustáceos, como caranguejos, lagostas e camarões. Os invertebrados que não nadam ativamente, mas se movimentam flutuando na água, são chamados de zooplânctons.

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Peixes

Os peixes constituem o grupo mais numeroso de animais pelágicos, muitas vezes optando por viver em áreas iluminadas perto da superfície, onde o alimento é mais abundante. No entanto, algumas espécies se adaptaram ao longo do tempo a viver em ambientes escuros e de alta pressão encontrados em profundidades de mais de 215 m, incluindo o Dolichopteryx longipes e o peixe-espada (Xiphias gladius). Os peixes altamente adaptados, como o peixe-diabo negro (Melanocetus johnsonii), vivem a cerca de 1.220 m de profundidade.

Mamíferos

Da ordem dos cetáceos, os golfinhos, botos e baleias são os mamíferos pelágicos mais comuns. Assim como outros mamíferos, eles dependem do oxigênio atmosférico para viver, por isso permanecem perto da superfície. Sete espécies de baleias, incluindo a baleia do Atlântico Norte, a baleia cinzenta do Pacífico Ocidental, a baleia-da-groenlândia e o narval, estão ameaçadas de extinção atualmente.

Répteis

São exemplos de répteis da zona pelágica algumas espécies de serpentes marinhas do gênero Laticauda e tartarugas marinhas da família Cheloniidae, como a já ameaçada de extinção tartaruga-amarela (Caretta caretta) e a tartaruga-verde (Chelonia mydas). As tartarugas marinhas têm uma glândula de sal no olho ou na língua, uma característica adaptada que lhes ajuda a regular o equilíbrio mineral interno.

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Referências

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