Como cumprimentar pessoas ao redor do mundo

Escrito por melissa sherrard | Traduzido por laila teixeira
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Como cumprimentar pessoas ao redor do mundo
Alguns cumprimentos são usados em culturas de diferentes partes do mundo (Jupiterimages/Comstock/Getty Images)

Ao redor do mundo, pessoas de diferentes culturas e credos se cumprimentam de formas distintas. Alguns grupos obedecem a rígidos códigos de etiqueta sempre que encontram amigos ou conhecem novas pessoas. Já outros tratam todos da mesma maneira em um primeiro encontro, independente do nível de intimidade. Leve isso em consideração na próxima vez que planejar uma viagem para algum local exótico ou for se encontrar com um estrangeiro pela primeira vez.

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"Namastê"

A saudação "Namastê" originou-se na Índia e hoje é também bastante usada no Nepal e entre hinduístas. Ao pronunciar a palavra "Namastê", a pessoa junta as palmas da mão e as aproxima do coração, curvando o corpo levemente para frente. De acordo com Aadil Palkhivala do YogaJournal, "Namastê" é um cumprimento através do qual as pessoas reconhecem as almas uns dos outros. Sua origem está na crença de que uma "centelha divina" está localizada no "chakra" do coração de todos. Palkhivala complementa afirmando que a tradução de "Namastê" é "Eu me curvo a você" e que este cumprimento é sinal de respeito ao próximo e à vida.

Cumprimento de boas vindas Hongi

Os Maori são aborígenes da Nova Zelândia. Eles chegaram na ilha, que costumava chamar-se Aotearoa, há mais de mil anos. O cumprimento tradicional dos Maori se chama "Hongi" que, em tradução livre significa "o compartilhar do sopro da vida" e é feito quando as pessoas se encontram. Nesse momento elas se tocam ou esfregam o nariz contra o da outra pessoa. Este cumprimento cerimonial assemelha-se ao aperto de mãos ou o beijo no rosto dos ocidentais.

Cumprimentos esquimós

Dar "beijos de esquimó" é uma representação um tanto enganosa da forma como habitantes do Alaska, Canadá, Groenlândia e Sibéria cumprimentam uns aos outros. O cumprimento conhecido como "kunik" é uma tradição esquimó que envolve cheirar as bochechas, nariz e testa de amigos e familiares ao invés de esfregar o nariz contra o da pessoa que se deseja saudar. Este cumprimento é um sinal de afeição, no qual a pessoa aperta seu nariz e lábio superior contra a pele de pessoas queridas para sentir o seu perfume.

Reverências

No Japão, curvar-se é a forma mais tradicional e comum de homens, mulheres e crianças cumprimentarem uns aos outros, já que o aperto de mãos é uma prática estranha à sua cultura. Essas reverências variam entre acenos de cabeça sutis e informais entre amigos, até curvaturas de 90 graus ao dirigir-se a alguém de status social mais alto. Reverências longas são símbolos de cuidado e respeito dentro da cultura japonesa e são feitas com as costas retas e os olhos voltados para o chão. Homens deixam as mãos ao lado do corpo enquanto mulheres apertam suas mãos uma contra a outra.

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