Como curar feridas e cicatrizes emocionais

Escrito por charisse quin ross | Traduzido por aline ferreira
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Como curar feridas e cicatrizes emocionais
Ignorar feridas e cicatrizes emocionais pode resultar em danos psicológicos sérios

É fácil ver feridas e cicatrizes emocionais. Você pode ver se elas são velhas ou novas ou se precisam de pontos ou se um Band-aid é suficiente. Porém, as feridas e cicatrizes emocionais estão em uma necessidade desesperada de tratamento, mas têm sido ignoradas por anos. Ignorar estes tipos de cicatrizes e feridas pode resultar em danos psicológicos sérios. É importante não apenas reconhecer quando tem elas, mas também saber o que é preciso para curá-las.

Nível de dificuldade:
Fácil

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Instruções

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    O reconhecimento das cicatrizes e feridas emocionais é necessário e, algumas vezes, difícil. Algumas pessoas que vivenciaram uma grande perda, sobreviveram a um desastre ou saíram de um relacionamento disfuncional ou abusivo podem se focar em estabilizar seu ambiente externo agindo como se nada tivesse acontecido. Outras podem sofrer de estresse pós-traumático e reviver a perda ou abuso de forma repetitiva em suas mentes. Reconhecer a dor emocional significa ser capaz de definir ou descrever precisamente seus sentimentos relacionados ao evento ou à situação, mesmo se há confusão. A dor emocional pode ser definida como desesperança, falta de confiança, culpa, ressentimento, raiva, tristeza ou apatia. Ela também pode significar sentir-se diferente do que é ou sentir-se como se não soubesse mais quem é, com perda de autoestima, paixão e confiança.

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    Muitas pessoas sentem que tempo é a resposta para curar feridas e cicatrizes emocionais. Na realidade, o próximo passo após o reconhecimento da ferida emocional é descobrir quais suas principais causas. Existem muitas razões pelas quais as pessoas podem ser emocionalmente feridas. Muitas decorrem de situações ou da vida em ambientes disfuncionais na infância. Outras resultam de algum tipo de incidente traumático, como um desastre, um divórcio, a morte de um ente querido, estupro, abuso, perda de um filho, emprego ou casa ou ser negligenciado. Pense sobre a situação que desencadeou os sentimentos negativos. Pergunte a si mesmo o que mais lhe incomoda sobre a situação ou incidente. É o modo como a situação foi resolvida ou não resolvida? É mais o choque de ter acontecido?

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    Uma vez que tenha definido e descrito seus sentimentos, é hora do reconhecimento, do alívio e do esquecimento. Procure um lugar silencioso, feche os olhos, respire fundo, imagine-se literalmente saindo da situação ou circunstância e deixe-a para trás. Admita em sua mente que a situação, evento ou circunstância já passou. Reconheça as partes da situação ou circunstância sob as quais você não tem controle. Diga a si mesmo, em voz alta: "Eu sobreviverei a isto", "Eu ainda estou aqui", "Tudo ficará bem", "Eu ficarei bem", "Esta era uma situação negativa em minha vida, mas ela não define quem eu sou e eu não a deixarei me destruir" e "Eu admito que estou ferido por causa do que aconteceu, mas eu estou me libertando e deixando minha dor ir embora".

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    Repita a meditação quantas vezes precisar, por quanto tempo for necessário. Escreva seus sentimentos em um diário, junte-se a um grupo de apoio e dê a si mesmo tempo para se curar. Permita-se refletir que, de modo positivo, a situação o ajudou a crescer. Escreva o que você aprendeu e foque-se no seu crescimento ou maturidade mental, lados positivos da situação.

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    Escreva afirmações positivas. Coloque-as em etiquetas colantes ou as escreva em algum lugar onde você possa visualizar as palavras. Converse com um conselheiro profissional, psicólogo ou terapeuta.

Dicas & Advertências

  • Seja paciente consigo mesmo; a chave para curar feridas e cicatrizes é aprender a ser educado, doce, e gentil consigo mesmo. Perdoe si mesmo e os outros.
  • Não ignore a dor ou o fato de que a situação ou circunstância ocorreu. É verdadeiramente necessário reconhecer o que aconteceu.
  • Não jogue o jogo da culpa. Não culpe si mesmo ou os outros, mesmo o causador de abuso ou perda. Delegar culpa resulta na perda de sua força de cura e de melhora.

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