Como curar a inércia psíquica

Escrito por erick kristian | Traduzido por aline ferreira
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Como curar a inércia psíquica
As pessoas que sofrem de inércia psíquica não são motivadas a fazer mudanças positivas na vida (Sleep image by Christophe Schmid from Fotolia.com)

O site da Medilexicon define a inércia psíquica como um "termo psiquiátrico denotando resistência em mudar ideias ou em progredir; fixação por uma ideia". Os casos da doença variam em sua gravidade, indo da resistência extrema à média. A inércia psíquica pode ser incapacitante e deixar uma pessoa presa em situações, relacionamentos ou hábitos ruins por anos. Quebrar o ciclo desse distúrbio pode exigir um esforço poderoso e uma boa rede de apoio.

Nível de dificuldade:
Moderado

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Instruções

  1. 1

    Admita que existe um problema. Encare a doença. De forma muito semelhante ao tratamentos de vícios, nada pode ser feito até que um indivíduo admita que há um problema. Peça a ajuda de familiares e amigos para combater a inércia psíquica, pois, sem um bom suporte, uma pessoa pode simplesmente retomar hábitos e ideias. Explique o que é o distúrbio para o grupo de apoio e deixe-os saber exatamente como podem ajudar. Identifique padrões de comportamento que precisam ser mudados e solicite que a rede de suporte monitore o indivíduo com comportamentos de inércia psíquica.

  2. 2

    Consulte um profissional da saúde. Um clínico geral pode não saber lidar com um paciente que apresente o distúrbio, podendo, então, ser necessário um encaminhamento para um especialista, como um psicólogo ou psiquiatra. O problema pode ou não ser inércia psíquica e também pode estar causando outros problemas de saúde.

  3. 3

    Ouça a consciência, não os sentidos. Em "The Functional Inertia Of Living Matter", Dr. James McKean Cattell diz que "a inércia é tão primária em nossos órgãos sensitivos que a vivenciamos porque nossos órgãos nos dizem o que deveríamos sentir. Nossos sentidos podem nos enganar e, simplesmente por se tornarem cientes dos sinais, nossos sentidos nos dizem que podemos reagir de uma forma positiva, não permitindo que eles ditem nosso comportamento". Aqueles que sofrem de inércia psíquica frequentemente respondem aos sentimentos e tornam-se escravos deles, fazendo qualquer coisa que esses sentimentos os digam para fazer. Isso coloca a liderança dos órgãos dos sentidos em uma posição mais poderosa do que a razão, o que não é como deveria ser. Por exemplo, um atleta pode sentir-se cansado durante uma partida porque seus órgãos do sentido podem indicar que ele está cansado e, mesmo assim, ele joga até o final porque sua consciência está no controle. Enquanto está consciente de seus sentidos, ele os contextualiza e usa o intelecto para determinar que pode continuar jogando. Uma pessoa com inércia psíquica, em situação similar, ouviria seus órgãos dos sentidos e pararia de disputar a partida.

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