Diagnóstico e cuidados de perfusão do tecido ineficaz

Escrito por kelly shetsky | Traduzido por sara cavenaghi
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Perfusão do tecido ineficaz pode ocorrer em vários sistemas do corpo -- renal e periférico, circulação, gastrointestinal e cerebral. É definida com a diminuição do fluxo sanguíneo que resulta na incapacidade de nutrir os tecidos capilares. Isso provoca menor oxigenação e nutrição ao nível celular. Se a perfusão se desloca, há poucos ou nenhum efeito sobre a saúde do paciente. Mas se é uma condição aguda, pode ser devastadora e provocar danos nos tecidos e órgãos ou até a morte.

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Instruções

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    Procure por características definidoras. Elas incluem questões periféricas, tais como edema, pulsos periféricos fracos ou ausentes, pele pegajosa, dor ou dormência; sistema cardiopulmonar afetado com hipotensão ou angina e nas áreas cerebrais com letargia, confusão, agitação, convulsões e diminuição da reação à luz. Também pode haver impactos sobre o sistema renal, tais como alteração na pressão sanguínea e hematúria ou problemas gastrointestinais, incluindo náuseas, dor abdominal ou diminuição ou ausência de sons abdominais.

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    Veja se o paciente está sofrendo de fatores relacionados, tais como espasmos, trombo embolia pulmonar, hemorragia intracraniana ou edema cerebral.

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    Realize uma avaliação contínua. Procure possíveis sinais de diminuição da perfusão tecidual no fluxo sanguíneo, que prejudicam a capacidade de coagulação do sangue. Também é importante monitorar o pulso do paciente e realizar comparações para se certificar de que as pulsações periféricas são constantes.

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    Faça intervenções terapêuticas. Ajude com testes de diagnóstico, como angiografias que preveem a necessidade de possível terapia vasodilatadora, embolectomia ou heparinização. Certifique-se de que o débito cardíaco é o menor possível, elevando o membro afetado ou usando um dispositivo anti-embolia, se necessário.

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    Saiba que você pode precisar fazer outras intervenções específicas. Isso pode incluir uma gama de exercícios de movimento, administração de oxigênio ou mudança da posição do corpo do paciente.

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