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Septicemia em cães

Atualizado em 17 abril, 2017

Quando um cão apresenta uma infecção bacteriana, há riscos dele contrair uma septicemia, a qual ocorre quando a bactéria alcança a corrente sanguínea e produz toxinas que propagam-se para os órgãos vitais. Com o tempo, todo o corpo do animal pode ser intoxicado, podendo haver choque séptico. Os cães com septicemia devem receber tratamento imediato e, embora muitos se recuperem com pouca ou nenhuma complicação, muitos morrem.

É importante diagnosticar e tratar a septicemia o mais rápido possível (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

Fatores de risco e prevenção

A septicemia ocorre geralmente depois dos cães serem expostos a uma doença causada por um organismo, como as bactérias do gênero E.coli. O risco aumenta quando os animais apresentam um sistema imunológico enfraquecido ou uma condição pré-existente, como diabetes, problemas no fígado, rins ou trato urinário. A melhor maneira de proteger seu cão é fornecendo um ambiente mais limpo e livre de germes possível.

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Sintomas e diagnostico

Essa doença pode desenvolver-se vagarosa ou repentinamente e os sintomas variam de paciente para paciente. Contudo, sinais como arrepios, febre, fadiga, depressão e problemas de coração devem ser notados. Se você suspeita que seu cão apresenta septicemia, leve-o imediatamente ao veterinário. Como os sintomas são similares àquelas doenças relacionadas ao sistema imunológico, o médico pedirá vários exames de sangue e uma urinálise.

Tratamento

O fator mais importante para um tratamento bem sucedido da septicemia é um diagnóstico precoce. Serão, provavelmente, prescritos antibióticos agressivos e devem ser observados sinais de complicações. Dentre as complicações mais comuns temos redução do açúcar sanguíneo, queda de pressão, desequilíbrio eletrolítico e infecções. Também é possível que seu cão não consiga comer sozinho, tendo que ser alimentado via intravenosa.

Perigo para os humanos

É possível que os humanos contraiam a ''septicemia por mordida canina'' através de cães infectados. Normalmente, as pessoas só serão prejudicadas pela bactéria se já houver alguma pré-disposição, como a falta do baço, um sistema imunológico enfraquecido ou alcoolismo. Contudo, a septicemia por mordida canina é fatal em um terço dos casos e, portanto, é essencial procurar tratamento imediato.

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Referências

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