Septicemia em cães

Escrito por basil phillips | Traduzido por paula sandes
Septicemia em cães
É importante diagnosticar e tratar a septicemia o mais rápido possível (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

Quando um cão apresenta uma infecção bacteriana, há riscos dele contrair uma septicemia, a qual ocorre quando a bactéria alcança a corrente sanguínea e produz toxinas que propagam-se para os órgãos vitais. Com o tempo, todo o corpo do animal pode ser intoxicado, podendo haver choque séptico. Os cães com septicemia devem receber tratamento imediato e, embora muitos se recuperem com pouca ou nenhuma complicação, muitos morrem.

Fatores de risco e prevenção

A septicemia ocorre geralmente depois dos cães serem expostos a uma doença causada por um organismo, como as bactérias do gênero E.coli. O risco aumenta quando os animais apresentam um sistema imunológico enfraquecido ou uma condição pré-existente, como diabetes, problemas no fígado, rins ou trato urinário. A melhor maneira de proteger seu cão é fornecendo um ambiente mais limpo e livre de germes possível.

Sintomas e diagnostico

Essa doença pode desenvolver-se vagarosa ou repentinamente e os sintomas variam de paciente para paciente. Contudo, sinais como arrepios, febre, fadiga, depressão e problemas de coração devem ser notados. Se você suspeita que seu cão apresenta septicemia, leve-o imediatamente ao veterinário. Como os sintomas são similares àquelas doenças relacionadas ao sistema imunológico, o médico pedirá vários exames de sangue e uma urinálise.

Tratamento

O fator mais importante para um tratamento bem sucedido da septicemia é um diagnóstico precoce. Serão, provavelmente, prescritos antibióticos agressivos e devem ser observados sinais de complicações. Dentre as complicações mais comuns temos redução do açúcar sanguíneo, queda de pressão, desequilíbrio eletrolítico e infecções. Também é possível que seu cão não consiga comer sozinho, tendo que ser alimentado via intravenosa.

Perigo para os humanos

É possível que os humanos contraiam a ''septicemia por mordida canina'' através de cães infectados. Normalmente, as pessoas só serão prejudicadas pela bactéria se já houver alguma pré-disposição, como a falta do baço, um sistema imunológico enfraquecido ou alcoolismo. Contudo, a septicemia por mordida canina é fatal em um terço dos casos e, portanto, é essencial procurar tratamento imediato.

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