Efeitos causados por sinais de rádio no cérebro humano

Escrito por aaron zvi | Traduzido por vanessa magela da silva santos
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Efeitos causados por sinais de rádio no cérebro humano
O cérebro humano (BananaStock/BananaStock/Getty Images)

Radiações causadas por ondas eletromagnéticas artificiais (EM) na freqüência de rádio (RF) permeiam no momento todos os locais da superfície da Terra. Elas vêm de torres de estações de rádio, sistemas de comunicação sem fio e satélites de GPS ou rádio/TV cobrem todos os cantos do planeta com seus sinais. A grande maioria desses sinais de rádio são relativamente fracos, e não existem dados que indicam que eles afetam o cérebro humano. Estudos estão em desenvolvimento sobre possíveis aplicações médicas ou riscos à saúde por outros tipos específicos de energia de rádio.

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O que é qualificado como um sinal de rádio?

Sinais de rádio são ondas de radiação eletromagnética que possuem uma frequência entre 0 hertz (Hz, ou ciclos por segundo) até cerca de 3 terahertz. Um ciclo é uma volta de energia em uma onda, ou seja, quando a onda passa de seu nível máximo de energia para o seu nível mínimo de energia e, em seguida, de volta ao seu nível máximo.

Uma onda com uma frequência de, por exemplo, 103 kHz (quilohertz) passa por esse ciclo de mudança de energia 103 mil vezes por segundo.

Note que apenas saber a frequência de uma onda não fornece nenhuma informação sobre quão poderosa ela é e vice-versa.

Quais tipos de radiação afetam o corpo humano?

As principais formas de radiação eletromagnética que podem afetar negativamente o corpo humano são aquelas com uma frequência maior do que a luz visível.

A radiação ultravioleta (começa em cerca de 7,5 x 10^14 Hz), raios-X e raios gama podem tirar átomos do lugar na molécula de DNA, e as células feridas potencialmente causam doenças, doenças de radiação e morte.

Partículas energéticas lançadas por materiais radioativos também podem causar danos.

Na experiência cotidiana, a radiação eletromagnética com uma frequência mais baixa não faz mal ao corpo. No entanto, há exceções quando se trabalha com ondas de alta potência. Infravermelhos e radiação de micro-ondas estão em uma frequência menor do que a luz visível, mas em altas potências podem causar ferimentos ou mesmo a morte.

Como as ondas de rádio afetam o cérebro?

A resposta é: elas não afetam. Na vida normal, as ondas de rádio do ambiente são de um poder insuficiente para impactar negativamente a saúde ou afetar a função cerebral.

Alguns pesquisadores argumentam que os sinais de rádio de telefones celulares podem afetar a saúde das células cerebrais ao longo do tempo, causando o aumento da temperatura através da absorção de energia. A maioria dos estudos sobre o tema, incluindo um que foi realizado pelo Comitê Científico da União Europeia, indicaram que não há impacto negativo na saúde.

Um estudo da Universidade de Toronto, sobre telefones residenciais e roteadores de computador sem fio, também não encontrou efeitos mensuráveis ​​dos sinais de rádio desses aparelhos sobre o funcionamento do cérebro.

Há pesquisas em desenvolvimento quanto à perspectiva de utilizarmos ondas de rádio de baixa energia para aliviar casos de insônia. Os chamados Low Energy Emission Therapy (LEET) oferecem sinais de rádio de baixa potência para o cérebro através de uma fonte de transmissão. Alguns estudos descobriram que os LEET reduziram com sucesso os sintomas de insônia e melhoraram o sono, sem causar efeitos colaterais negativos.

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