Enucleação do olho

Escrito por kyle glazier | Traduzido por andré schwarz
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Enucleação do olho
Um acidente catastrófico ou um câncer ocular pode fazer a enucleação necessária (eye image by Pali A from Fotolia.com)

A enucleação é uma cirurgia na qual o olho é removido. Os médicos apenas a fazem como último recurso e se a saúde do paciente correr grandes riscos sem ela. Após a cirurgia, a vida poderá correr muito normalmente e recupera-se bem.

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Motivos para a cirurgia

A enucleação só é feita quando não há outros meios para solucionar o problema do paciente. Tumores cancerosos intraoculares, infecções oculares, acidentes sérios e grandes danos ao olho -- que passaria a ser esteticamente não aprazível -- são justificativas para um cirurgião efetuar o procedimento.

Cirurgiões

A enucleação é geralmente feita por um especialista denominado cirurgião reconstrutivo e plástico oftálmico. Esses profissionais fazem rigorosos treinamentos na área, como os aplicados pela American Society of Ophtalmic Plastic and Reconstructive Surgery (Sociedade Americana da Cirurgia Reconstrutiva e Oftálmica Plástica, em tradução livre)

Enucleação e evisceração

Não se deve confundir a enucleação com um procedimento similar conhecido como "evisceração" ocular. A primeira é a completa remoção do olho, enquanto na segunda mantém-se os músculos e a parte branca dos olhos. O tipo de cirurgia empregado depende das necessidades do paciente.

A cirurgia

Dependendo do paciente, a cirurgia poderá ocorrer em âmbito ambulatorial ou em um hospital e, para realizá-la, é necessária uma anestesia geral. Pacientes jovens e saudáveis frequentemente a fazem ambulatorialmente, mas alguns outros precisam permanecer no hospital após a operação. O cirurgião preenche o local do olho com um implante de borracha ou polietileno que é unido aos músculos oculares.

Sobre o pós-operatório

Algumas complicações, como hemorragias e infecções, são fatores de preocupação e poderão ocorrer após a cirurgia. Sangramentos excessivos ocorrem majoritariamente em pacientes que tomam anticoagulantes ou sofrem de hemofilia ou um mal semelhante. Eles são tratados com analgésicos, pois outros procedimentos não são considerados eficazes. Para se controlar as infecções, utilizam-se antibióticos. Logo após a operação, os pacientes aplicam colírios com antibióticos e esteroides duas vezes ao dia durante um mês. Isso ajuda a evitar futuras infecções e acelera a regeneração. Algumas semanas após a cirurgia, alguns pacientes poderão obter uma prótese personalizada de um olho prostético, feito por um profissional especializado denominado "ocularista". Este último pinta a prótese para combinar com o olho remanescente do paciente, que, com frequência, afirma que as outras pessoas nem percebem que ele tem um olho artificial. Embora os pacientes possam retornar às suas vidas normais, terão de fazer exames regulares com especialistas de olhos pelo resto de suas vidas.

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