Espinha bífida oculta em bebês

Escrito por kristina seleshanko | Traduzido por angela spada
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Espinha bífida oculta em bebês
Um tipo de espinha bífida é a espinha bífida oculta (www.sxc.hu)

Quando uma mãe comparece a um exame pré-natal de rotina, certamente não espera ouvir: "O seu bebê tem espinha bífida". Espinhas deformadas e deficiências de aprendizagem podem ser os pensamentos a encher sua cabeça ao evocar essa doença, mas a boa notícia é que nem todas as formas de espinha bífida terão um grande impacto sobre a vida de seu bebê. Apresentamos aqui o que você precisa saber sobre um tipo de espinha bífida, chamado de espinha bífida oculta.

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O que é espinha bífida oculta?

A espinha bífida oculta é a forma mais leve possível da doença, tendo na palavra "oculta", ou "escondida", uma adequada descrição da patologia.

Os bebês que nascem com espinha bífida têm um desenvolvimento incompleto do cérebro, medula espinal ou de sua cobertura. No caso de espinha bífida, um defeito de nascimento que 5 a 10% dos americanos têm (no Brasil não há dados estatísticos), a espinha e os nervos não são afetados, mas pelo menos uma vértebra é malformada.

O que causa a espinha bífida?

A espinha bífida começa enquanto o bebê ainda está no útero. Os tecidos que devem criar o tubo neural não se fecham em bebês com a condição, provocando a abertura das vértebras e resultando em espinha bífida.

Ninguém tem a total certeza de qual é causa de qualquer tipo de espinha bífida, mas se a mãe tiver febre alta durante a gravidez, as chances de que o bebê desenvolva espinha bífida podem aumentar. Além disso, mães que venham a tomar ácido valproico para controlar crises epilépticas também podem estar em maior risco de dar à luz um filho com espinha bífida.

A deficiência de ácido fólico em mães gestantes também está ligada à espinha bífida e, como a formação do tubo neural ocorre antes que a maioria das mulheres saiba que está grávida (21 a 28 dias após a concepção), mulheres grávidas devem tomar 400 mcg de ácido fólico diariamente e continuar a ingestão durante toda gravidez.

Sintomas

Bebês e crianças com espinha bífida oculta raramente apresentam os efeitos adversos tipicamente associados aos outros tipos da doença, como problemas de controle da bexiga, transtorno do déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) e deficiências de aprendizagem. Tipicamente, o único sinal externo de espinha bífida oculta é uma marca ou covinha de nascimento ou mancha pilosa na porção inferior da espinha. Em muitos casos, até estas marcas estão ausentes.

Diagnóstico

A espinha bífida geralmente é descoberta antes do nascimento de um bebê e o tratamento em alguns casos pode começar no útero.

Os testes com alfafetoproteína (AFP), ministrados às gestantes em sua décima sexta à décima oitava semanas de gravidez, podem ajudar a diagnosticar espinha bífida, assim como ultrassons de rotina.

Às vezes, quando a espinha bífida oculta não é detectada por esses testes pré-natais, o indivíduo poderá nunca saber que tem a doença a não ser que um raio X posterior ou ressonância nuclear magnética (RNM) a revele.

Tratamento

Em quase todos os casos, os bebês e crianças com espinha bífida oculta não necessitam de tratamento de qualquer tipo mas, em casos raros, a cirurgia pode ser necessária.

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