Exercícios para os olhos e para a boca como reabilitação após um AVC

Escrito por liz jones Google | Traduzido por giovana moretti
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Exercícios para os olhos e para a boca como reabilitação após um AVC
Os olhos e a boca são partes do corpo frequentemente afetadas pelo AVC (Digital Vision/Digital Vision/Getty Images)

Pacientes que tenham sofrido AVC precisam de reabilitação para as partes do corpo que foram afetadas pelo acidente. Frequentemente, o AVC deixa os pacientes com problemas nos olhos e na boca. A boca não funciona mais como funcionava antes do AVC. Os olhos podem ter problemas para manter o foco, ou a visão periférica pode ser perdida. Os exercícios para essas condições devem ser parte do processo de reabilitação. Os pacientes podem realizar muitos exercícios em casa para auxiliar uma recuperação dos efeitos do AVC o mais rápido possível.

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Exercícios para os olhos

Vítimas de uma AVC que tenham dificuldades para ler devem praticar a leitura usando uma régua para acompanhar as linhas. Isso alivia a necessidade de se encontrar na leitura quando o problema do olho ou da cabeça fazem com que o paciente se perca na leitura.

Se o paciente perdeu a visão periférica, ele deve praticar olhando para o lado da sala que não pode ser visto antes que ele entre. Se o paciente perdeu a visão periférica esquerda, então antes de entrar na sala, a pessoa deve tentar ver o lado esquerdo do local em uma perspectiva destra. Ele deve construir, mentalmente, uma visão do que a sala se parece daquele lado. Agora, quando ele entrar na sala, ele deve se lembrar do que há lá dentro e evitar trombar com as portas, paredes e móveis.

Exercícios para a boca

Se o paciente estiver babando, então pratique manter a boca dele fechada com a ponta da língua, tocando o cume atrás dos dentes quando for engolir.

Se o paciente não consegue manter a boca fechada, pratique fechar a boca dele e segurá-la, enquanto massageia gentilmente os lábios e as bochechas para relaxar seu rosto. Quando ele estiver sob controle e sentir a boca fechada, abra-a novamente na posição aberta original. Agora peça para que ele feche a boca o mais rápido possível. Pratique isso algumas vezes, mas não deixe o paciente se cansar ao ponto de não querer fazer mais.

Ensine ao paciente como mover a língua independentemente ao segurar os maxilares separados e pedir para ele mexer a língua até o cume atrás dos dentes. Agora, peça para ele falar as letras "T", "D", "L" e "N". Pouco a pouco, permita que o paciente tome o controle dos maxilares enquanto falar as letras até que ele esteja com o controle sem que você precise segurar os maxilares separados.

Pratique a fala mais devagar, auxiliando na articulação das palavras para que fiquem mais compreensíveis. Esta prática envolve falar apenas uma sílaba de cada vez. No início, vai soar meio robótico, mas ao longo do tempo, conforme o paciente for articulando cada sílaba, ele pode acelerar um pouco até que seu discurso seja feito em um ritmo normal e com articulação apropriada.

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