Como é feita a tipagem do DNA?

Escrito por chris sherwood | Traduzido por raissa oliveira
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Como é feita a tipagem do DNA?
Descubra como é feita a tipagem do DNA (publik15: flickr.com)

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Introdução

A tipagem do DNA é um processo que envolve a identificação e a avaliação do material genético de uma pessoa (DNA). Ele tem uma série de diferentes usos, incluindo testes de paternidade, análise forense de cenas de crime e identificação de um corpo em decomposição ou destruído. Atualmente, a tipagem está sendo usada para criar um banco de dados de DNA. Tradicionalmente, as impressões digitais são usadas ​​para fins de identificação como esses mas, mesmo assim, o DNA é uma forma muito mais precisa de se determinar uma identidade.

Veia

A tipagem do DNA pode ser feita através de amostras de sangue de uma veia, ou de uma espetada no calcanhar. A tipagem feita a partir de uma amostra de veia não é diferente de se fazer um exame de sangue regular. A agulha é inserida numa veia e o sangue é colhido em um recipiente de amostra. A amostra de sangue pode, então, ser enviada para um laboratório para que seja feita a análise do DNA.

Calcanhar

A forma menos invasiva de se realizar a tipagem do DNA é através de um furo no calcanhar. Esse método é mais comumente usado quando se pretende coletar uma amostra de DNA de uma criança ou bebê. Isso fornece uma alternativa segura na hora de se retirar sangue de uma criança, e também diminui a dor e desconforto. O teste é feito através da punção do calcanhar com uma lanceta. O sangue que é expelido da ferida é recolhido e enviado para um laboratório de DNA.

Outras formas de coleta

Para que a tipagem do DNA seja feita para a perícia da cena de um crime ou na identificação do corpo, amostras de DNA também pode ser obtidas através de sangue seco, sêmen, saliva, urina, cabelo, ossos, dentes e pele. A tipagem de DNA feita a partir de ossos e dentes, normalmente, fica reservada apenas para aqueles corpos onde a pele está tão decomposta que não pode mais fornecer resultados acurados.

Resultados

Uma vez que a amostra foi enviada para um laboratório especializado em DNA, ela passa por uma série de testes para avaliar e identificar as regiões específicas, do DNA, muitas vezes chamadas de marcadores de DNA. Para fazer isto, os cientistas utilizam sondas especializadas que entram na amostra de DNA e se ligam a sequências específicas. A ligação destas sondas a marcadores específicos lentamente constrói uma imagem genética única do indivíduo.

Uso

Quando duas amostras de DNA são comparadas, não é incomum que alguns marcadores de DNA combinem, mesmo que elas não sejam da mesma pessoa. No entanto, se quatro ou cinco marcadores de DNA forem correspondentes, pode-se dizer com segurança que a amostra é da mesma pessoa. Isso permite que os cientistas determinem tudo, desde a paternidade até a presença de alguém em uma cena de crime.

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