O feminismo e a defesa dos direitos da mulher nos Estados Unidos

Escrito por ashley schaeffer | Traduzido por andré schwarz
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O feminismo e a defesa dos direitos da mulher nos Estados Unidos
Devido ao engajamento político, as mulheres podem agora tomar posições de destaque em suas empresas (John Foxx/Stockbyte/Getty Images)

O feminismo vem angariando seguidores nos Estados Unidos e no mundo desde o século XIX, quando começaram as lutas pelo sufrágio. Embora o apoio ao movimento, bem como seu poder político, tenha aumentado e diminuído ao longo do tempo, foi vital para a defesa de diversos direitos cruciais às mulheres.

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Sufragistas

Depois de impedidas de participar da Convenção Mundial Contra a Escravatura por serem mulheres, as ativistas Elizabeth Cady Stanton e Lucretia Mott decidiram começar uma convenção pelos direitos das mulheres, que se consolidou oito anos depois, em 1848. Pelo restante desse século e no seguinte, sufragistas se reuniram e fizeram marchas pelo direito ao voto, leis de casamento e direitos de propriedade. Apenas em 1920 a 19ª ementa à Constituição dos Estados Unidos foi ratificada e permitiu o voto às mulheres desse país.

Remuneração igualitária

Em 1963, mulheres que trabalhavam em período integral tinham, nos Estados Unidos, uma receita equivalente a 59% da do homem. Feministas então trabalharam pela emenda da Fair Labor Standards Act (Ato por padrões justos de trabalho), instituída em 1963, para resolver essa diferença. Em 2007, a renda feminina equivalia a 78% da masculina. Isso significa que a equidade ainda não foi conquistada e ainda há muito a ser feito.

Aborto

O aborto vem sendo praticado, de várias maneiras, por toda a história americana. No século XIX, a diminuição da taxa de natalidade do país atrapalhou o movimento. Houve maior procura por abortos ilegais na década de 1950, o que levou à morte de muitas mulheres. Nos anos 1960, o movimento pela luta dos direitos civis as inspirou a lutar pelo planejamento familiar: na suprema corte americana, o caso "Roe V. Wade" finalmente permitiu às mulheres a prática do aborto. É um direito ainda na pauta dos feministas, pois é frequentemente atacado por vários políticos.

Participação política

Antes de 2001, a maneira mais comum de uma mulher se tornar senadora nos EUA era através de uma nomeação seguida da morte do marido. A primeira senadora americana foi Rebecca Latimer Felton, que assumiu o cargo por um dia, em 1922. Em 1932, Hattie Caraway foi a primeira mulher eleita ao cargo e, depois dela, muito poucas serviram até 1978. Desde então, o senado sempre contou com pelo menos uma mulher. Uma grande mudança ocorreu em 2000, quando três se elegeram e, em 2009, Hillary Rodham Clinton se tornou a Secretária de Estado depois de não ser nomeada candidata a presidente pelo Partido Democrata. A maioria das eleitas por esse partido defende os direitos da mulher e as visões feministas.

Esforços correntes

A Emenda pela Igualdade de Direitos, inicialmente proposta em 1923 para conferir a igualdade de direitos entre homens e mulheres, ainda deve ser incorporada à constituição dos EUA. É necessário que 38 estados a ratifiquem, mas, até 2011, apenas 35 o tinham feito. Grupos como a National Organization for Women (Organização Nacional pela Mulher), fundada em 1966, leva adiante os esforços feministas fazendo agitações em prol dos direitos femininos e coordenando ativistas de todo o território dos EUA.

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