Como o feto recebe nutrientes da placenta da mãe

Escrito por lee cook | Traduzido por bruna latronico
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Como o feto recebe nutrientes da placenta da mãe
Como é feita a troca de nutrientes entre mãe e filho na gestação (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

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Introdução

A placenta é um grande órgão achatado, anexado na parte interna do útero materno. Ela também é conectada ao embrião através do cordão umbilical. A placenta tem muitas funções importantes durante a gravidez, incluindo produção hormonal e trocas gasosas e de nutrientes entre a mãe e o bebê, feitas diretamente através da circulação. Essa via é essencial para que esses nutrientes possam ser passados da mãe para o bebê, e que excreções sejam trazidas do feto para a corrente sanguínea da mãe, sendo assim eliminados pelo organismo dela.

Função durante a gravidez

A placenta tem numerosa irrigação sanguínea. Esses vasos estão cheios de sangue fetal, enquanto a placenta é rica em sangue materno. Enquanto veias e artérias transportam o sangue do bebê através da placenta, seus produtos entram em contato com o sangue da mãe, ocorrendo assim a transferência de nutrientes e produtos. É importante ressaltar que, durante essa interação, os sangues não se misturam. A separação é mantida pela parede dos vasos sanguíneos.

As substâncias que são transportadas da mãe para o bebê incluem: glicose, aminoácidos, anticorpos maternos, oxigênio; e captam outros produtos como dióxido de carbono e bilirrubina do fígado. A glicose age como combustível para o desenvolvimento fetal. Os aminoácidos funcionam como "tijolos" para a formação do bebê. Anticorpos maternos dão imunidade precoce ao bebê, antes mesmo que ele se torne maduro o suficiente para produzir seus próprios anticorpos.

Depois do nascimento

Quando o bebê nasce, a placenta também é expulsa no parto. Isso é chamado de período pós-parto. Uma vez que é expulsa, os médicos examinam a placenta para garantir a saúde fetal e materna. A placenta é então destruída ou pode ser doada para um banco de células de cordão umbilical. Algumas culturas preferem deixar a placenta secar, transformá-la em uma espécie de pó comestível e fazer com que a mãe o consuma depois. Acredita-se que fazendo isso, as mães se recuperem melhor após o parto ao repor hormônios, auxiliando o início da lactação, reduzindo a perda de sangue no pós-parto e prevenindo mudanças de humor. Esse hábito vem sido praticado na China por milhares de anos. Na Alemanha, por exemplo, a placenta pode ser transformada em manteiga através de um processo em que, depois de moída, é misturada a uma manteiga. Esse produto é guardado e utilizado para tratar algumas doenças de pele da infância, por exemplo, no tratamento de eczemas.

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