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Como interpretar exames para detectar desidratação

Atualizado em 17 abril, 2017

A desidratação é uma síndrome complexa e difícil de diagnosticar. Ela pode ser particularmente debilitante até em níveis leves se não for detectada a tempo. Alguns medicamentos como pílulas de água podem provocar desequilíbrio de fluidos e eletrólitos que são perigosos para o paciente. Interpretar os exames laboratoriais para saber se o paciente está desidratado exige alguma experiência. Sódio, potássio e nitrogênio ureico sanguíneo (BUN) são todos indicadores do estado de hidratação do paciente. Eles com frequência apontam a desidratação muito antes de os sintomas se manifestarem.

Instruções

Interpretar os exames poder ser complicado (Thinkstock Images/Comstock/Getty Images)
  1. Observe o nível de sódio. Se ele estiver mais alto que o valor de referência do laboratório, o paciente pode estar sofrendo de desidratação hipertônica, o que significa que o fluido está sendo retirado das células devido à quantidade elevada de sódio na corrente sanguínea. Isso acontece para repor o fluido perdido. Se o nível de sódio estiver mais baixo que o valor de referência, o paciente apresenta desidratação hipotônica. Ela é provocada pela perda rápida de eletrólitos em função do uso de medicamentos como diuréticos ou pílulas de água.

  2. Observe o nível de potássio. Se estiver mais baixo que o valor de referência, o problema deve ser a desidratação hipotônica. Nesse tipo de desidratação, os fluidos são transferidos dos vasos sanguíneos para as células. Esse problema geralmente é causado por diuréticos.

  3. Observe o nível de nitrogênio ureico sanguíneo (BUN) e o de creatinina. Nos casos de desidratação grave, o nível do nitrogênio ureico estará muito mais alto que o de creatinina.

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