Linfoma em cães

Escrito por lauren b | Traduzido por matheus fragoso
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Linfoma em cães
O linfoma é mais comum em cachorros de idade avançada (golden retriever autmn sun image by Nenad Djedovic from Fotolia.com)

O câncer é uma das principais causas de morte em cães. Dos vários tipos de câncer, o linfoma é o mais comum. Não existe cura para esse tipo de câncer nesses animais, mas o tratamento pode prolongar a vida do cachorro por meses ou até anos. Os animais que não recebem tratamento geralmente morrem em torno de seis semanas.

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Linfoma canino

O linfoma canino — também conhecido como linfossarcoma — é um tipo maligno de câncer que causa o crescimento de tumores no corpo do animal. O tecido mais comumente afetado inclui as glândulas linfáticas, o fígado e o baço. A doença também pode afetar os olhos, pele e boca. O câncer tem origem nas glândulas linfáticas, podendo permanecer nelas ou se espalhar pelo corpo. O linfoma canino é uma doença agressiva e, se não for tratada, é fatal dentro de quatro a seis semanas.

As causas

Assim como muitos outros cânceres, a causa exata do linfoma permanece desconhecida. Acredita-se que a doença esteja elencada a fatores genéticos, assim como a fatores ambientais, como donos fumantes. Uma dieta rica em grãos também pode contribuir. A doença não é conhecida por ser contagiosa e não há evidências de ter passado de cachorro para cachorro, humano ou qualquer outro animal.

Sintomas

Durante os estágios iniciais da doença o cachorro pode aparentar estar bem, contudo, outros sintomas surgirão rapidamente. Os sintomas para os estágios mais avançados da doença são perda de apetite, pelo em mau estado, letargia, fraqueza, perda brusca de peso e aparência doentia. Quando a doença está mais avançada pode-se sentir os caroços no pescoço do animal e perceber a perda de pelo acompanhada de manchas vermelhas e doloridas, a respiração curta e o batimento cardíaco fraco.

Tratamento

Não existe cura para esse tipo de câncer em cachorros, mas, através do tratamento, a vida do cachorro pode ser prolongada. Os animais afligidos com o linfoma são normalmente tratados com um tipo de quimioterapia conhecida como Protocolo Modificado de Wisconsin. Esse tratamento pode fazer com que o cânceres regridam. Quanto mais cedo a doença for detectada, melhores são as chances de deter o câncer. Os cachorros que passam por esse protocolo geralmente não apresentam nenhum efeito colateral, embora alguns animais apresentem diarreia e perda de apetite.

Raças mais afetadas pelo linfoma

Qualquer raça de cachorro, inclusive as mestiças, pode ser diagnosticada com linfoma, porém, ele é mais recorrente em cachorros mais velhos, com idades superiores a seis anos, embora animais mais novos também possam desenvolver essa doença. Acredita-se que algumas raças correm mais riscos que outras de desenvolver a doença, como rottweilers, pit bulls, poodles, beagles e pastores alemães. Os golden retrievers são considerados a raça mais afetada, sendo que um a cada oito animais desenvolvem a doença.

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