Psicologia da compulsão alimentar emocional

Escrito por andrea townsley | Traduzido por débora sousa
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Psicologia da compulsão alimentar emocional
A pessoa que come em resposta a emoções sofre de um problema mais profundo (BananaStock/BananaStock/Getty Images)

O problema da compulsão alimentar emocional atinge mais as mulheres do que os homens. As pessoas com esse problema tendem a comer alimentos que são mais elevados em calorias ao invés de simplesmente comer uma quantidade maior de alimentos. Pensa-se que essa alimentação ajuda a combater o estresse e as emoções incômodas.

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Importância

Ganhar controle sobre a compulsão alimentar emocional pode auxiliar na perda (ou ganho, no caso da anorexia) de peso e melhorar a autoestima. Essas pessoas tendem a ter dificuldade em controlar o seu peso, e isso leva a problemas de estima. As escolhas dos alimentos também contribuem para problemas de saúde, que por sua vez levam a problemas de autoconfiança.

Tipos

Na verdade, a compulsão alimentar emocional tem vários tipos diferentes. O mais comum é o acima mencionado, em que a pessoa se entrega em alimentos que são doces, carregados de calorias e de gordura. Outro tipo do problema envolve a compulsão em alimentos, tentando preencher um vazio emocional ou lidar com a raiva, tristeza ou tédio. Por fim, tanto a anorexia nervosa quanto a bulimia nervosa podem ser classificadas como uma compulsão alimentar emocional, embora os seus principais fundamentos tenham a ver com a imagem corporal.

Efeitos

Os efeitos da compulsão alimentar emocional são extensos e incluem problemas psicológicos e físicos. Os problemas psicológicos já estão presentes simplesmente devido ao fato de comer demais em resposta à emoção, mas seguir esse padrão continuamente pode criar ainda mais problemas, incluindo depressão, um transtorno alimentar de força total, nutrição de emoções negativas e deficiência de autoestima. Os problemas de saúde incluem ganho de peso e, possivelmente, obesidade, pobre saúde cardíaca, danos em órgãos internos, como o pâncreas que regula o açúcar no sangue, e problemas com a aparência, como acne.

Equívocos

As pessoas podem acreditar que a simples substituição de alimentos saudáveis ​​pelos mais gordos acabará com o ciclo da compulsão alimentar emocional. Mas isso adiciona um outro elemento que pode ser prejudicial: aquele de que "você não pode". Quando alguém começa a criar regras sobre o que pode ou não comer, o alimento proibido pode se tornar uma grande tentação, levando até mesmo a uma baixa autoestima quando a pessoa se rende e come o alimento.

Prevenção e solução

Para parar de comer em resposta a emoções, a pessoa deve identificar o motivo de estar fazendo isso. Manter um diário alimentar e anotações das emoções sentidas antes, durante e depois de comer pode ajudar a identificar as causas. Se a depressão for um problema, conversar com um terapeuta pode ajudar uma pessoa a descobrir o que causou a depressão, e uma vez que as etapas tiverem sido feitas para superar isso, a compulsão alimentar emocional também pode começar a diminuir.

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