Riscos de saúde associados a meteriais de pintura de automóveis

Escrito por chris stevenson | Traduzido por débora faggioni
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Riscos de saúde associados a meteriais de pintura de automóveis
A severa exposição a isocianato pode causar asma em trabalhadores de pintura automotiva, às vezes causando a morte (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

As oficinas de pintura automotivas usam químicos cáusticos, inflamáveis ​​e cancerígenos em sua linha de trabalho, mais do que no comércio de reparação automotiva. Os riscos de saúde associados a materiais de pintura de automóveis podem ser de longa duração e graves para o funcionário e clientes, se as medidas adequadas para implementar as precauções de segurança e equipamentos certificados não forem aplicadas. Todas as pessoa que estão entrando ou que já estão no comércio de pintura automotiva, incluindo os atuais funcionários, devem estar cientes dos numerosos riscos de saúde que eles enfrentam a cada dia.

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Substâncias inflamáveis ​​e queimaduras

A pintura automotiva preparada com redutores e diluente representam problemas de inflamabilidade quando pulverizada, derramada ou de qualquer forma arejada para a atmosfera. Solventes de limpeza (isocianatos), querosene, acetona, gasolina e outros produtos de limpeza à base de petróleo e de álcool são combustíveis, especialmente sob pressão a partir de pistolas de pulverização e aerossóis. Sem ventilação adequada, os solventes e redutores transportados pelo ar inflamam a céu aberto por qualquer fonte de faísca. Lixadeiras orbitais, ignição automotiva, rebolos e soldadores à base de oxigênio-acetileno fornecem fontes de inflamação para a combustão. Panos e toalhas que foram indevidamente armazenados podem inflamar por combustão espontânea ou eletricidade estática. Explosões inflamáveis ​​podem causar queimaduras graves na pele, cegueira e concussão traumática.

Partículas abrasivas espalhadas pelo ar

As técnicas de retoque de pintura de veículo usam lixadeiras abrasivas e esmeriladeiras para alisar e repintar metal e superfícies pintadas. Os discos de lixar produzem fragmentos abrasivos microscópicos de sílica, ferrugem e cloreto de metileno, juntamente com o crômio e o chumbo que surgem ao lixar as superfícies de revestimento pintado. Estas partículas de poeira fina se espalham pelo ar e, sem ventilação adequada, acabam por sendo inaladas pelo pessoal da oficina. Inalar tais partículas, mesmo durante curtos períodos, pode causar asma, enfisema e outras doenças pulmonares relacionadas e irritação. A equipe da oficina deve sempre usar máscaras e proteção para os olhos quando lixar e esmerilar metal nu ou superfícies pintadas.

Vapores de tinta espalhados pelo ar e produtos químicos

Pintores de automóveis estão sob risco de inalação de isocianatos, que estão contidos em duas peças de revestimentos, tintas e pigmentos de tintas que utilizam um endurecedor em combinação com um catalisador. Sprays químicos de pintura espalhados pelo ar contêm cádmio, cromo e chumbo. O preparador e o selador de tintas contêm isocianatos alifáticos e acetato de etilo. As tintas de revestimento claro contêm tolueno, nafta de petróleo e esteres mistos dibásicos. Limpadores de metais e de estruturas de automóveis contêm resinas de epóxi, cloreto de metileno, estireno e vapores adesivos. Todos estes produtos químicos no ar podem causar inflamação ou doença respiratória, assim como pruridos na pele e inflamações, reações alérgicas, danos em nervos e no cérebro, náusea, falência de órgãos, dor de cabeça e vômitos.

Perigos de impacto e cegueira

Trabalhadores de pintura de automóveis usam ferramentas de alta velocidade de rotação para lixar, triturar e retocar. Furadeiras, lixadeiras orbitais, amortecedores, areia, tintas perolizadas e bicos de compressor de ar podem ejetar ou jogar objetos metálicos ou suaves nos olhos do trabalhador. Lixadeiras orbitais e rodas de arame podem jogar objetos em alta velocidade na direção do rosto ou do corpo, causando lesão no olho ou cegueira. Os óculos de proteção aprovados anulam este perigo.

Fumaças de soldagem

A soldadura de aço inoxidável emite fumaça tóxica, resultante de produtos químicos de limpeza e produtos químicos residuais de pintura de superfície, incluindo preparadores, metais aquecidos e oxidados. Tais produtos químicos dispersos incluem crômio, níquel, ferro, manganês e arsênio. Os metais pesados em particular causam danos nos nervos e nos órgãos em períodos de longa exposição e, em alguns casos, um dano imediato, se a exposição for pesada e concentrada.

Contato químico direto

A maioria das substâncias químicas associadas com o comércio de pintura automotiva produz resultados prejudiciais e destrutivos em contato direto com a pele. Os solventes de limpeza, quando em contato com as mãos e braços, são absorvidos pela pele e pela corrente sanguínea. Estes produtos químicos cáusticos produzem os mesmos males, reações e experiência de doenças dos causados pela inalação, apenas em um ritmo mais lento. Tais produtos químicos produzem vermelhidão da pele, lacrimejamento, problemas de sinusite, erupções cutâneas, bolhas e queimaduras na pele de primeiro ou segundo grau. Cada trabalhador de pintura de automóveis deve usar equipamento de segurança certificado em sua oficina em todos os momentos. Tal vestuário de proteção inclui capacetes ou chapéus, macacões grossos, luvas, óculos de segurança, respiradores ou máscaras de partículas e botas de regulação com biqueira de aço.

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