A valorização da mulher na sociedade por Aristóteles

Escrito por kristyn hammond Google | Traduzido por henry alfred bugalho
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A valorização da mulher na sociedade por Aristóteles
Aristóteles, aluno de Platão, viveu de 384 a.C a 322 a.C. (Photos.com/Photos.com/Getty Images)

Aristóteles desenvolveu um conceito que os filósofos modernos se referem como a proporção áurea, ou a relação entre duas posições extremas. Ele também criou um sistema epistemológico no qual categorizava diferenças entre ideais filosóficas, crenças e coisas. Ambos tiveram papéis importantes em sua valorização da mulher na sociedade, estabelecendo papéis diferentes para homens e mulheres, cada um significante, sem que nenhum fosse superior.

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Biológico

Aristóteles usada a palavra grega "ousia" para se referir às semelhanças entre homens e mulheres. A ousia representava a compreensão grega do ser - a ideia que tanto os homens quanto as mulheres existem igualmente e atingem um nível semelhante de existência. Ele também observou que os homens e mulheres são funcional e biologicamente diferentes, mas necessariamente complementares. Ele disse que, em essência, a funcionalidade dos homens e mulheres são diferentes, mas seus propósitos, quando combinados para a procriação, são unificados. Esta visão de gênero é significativa, pois relega a diferença de gênero a funções puramente biológicas.

Governo

Aristóteles abordou o estilo de governo patriarcal, explicando que um patriarcado puro é excelente para desenvolver leis duras, mas incapaz de compreender as necessidades individuais. Aristóteles sugeria um acordo entre os dois - um governo passando leis rígidas, mas considerando a implicação sobre cada cidadão. Ele comparou o governo ideal a uma casa idealmente gerida, sugerindo que esta requiria as duas qualidades. Para Aristóteles, o patriarcado era representativo da necessidade do homem de governar, enquanto ele identificava a necessidade de permanecer compreensiva a responsabilidade da mulher.

Casamento

Aristóteles considerava a comparação da mulher a escravos uma ideia bárbara. Ele sugeria que um homem e uma mulher se unissem com dois propósitos. O primeiro era o desejo deles de criar algo como eles próprios que os sobreviveria: uma criança. O segundo era o desejo deles de preservar e melhorar suas próprias vidas. Ele sugeria que o escravo e o senhor estão em conflito, com o senhor fazendo intencionalmente a vida do escravo pior. Ele explicava que em uma união entre um homem e uma mulher, o papel de senhor evita a habilidade deles de se beneficiarem mutuamente. Aristóteles defendia que a união entre um homem e uma mulher deveria existir com o objetivo mútuo de melhorar a vida um do outro.

Temperamento e papéis

Aristóteles avaliava as diferenças entre o temperamento de homens e mulheres, sugerindo que os homens possuem um grau maior de thymos (coragem cívica) e as mulheres possuem um maior grau de he ton teknon trophe (capacidade de cuidar). Ele sugeria que, em uma casa, a responsabilidade do homem é a aquisição, enquanto o papel da mulher é vigiar pela casa. Na divisão aristotélica de responsabilidades, nenhum é considerado mais significativo ou mais favorecido.

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