Ciclo de vida de uma roseira

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As rosas são plantas perenes, ou seja, que duram por mais de uma estação de crescimento. Como outras plantas, elas possuem duas gerações reprodutivas distintas que dão origem uma a outra. Conhecida como a alteração de gerações, organismos diploides multicelulares separados (a geração do esporófito) e organismos haploides multicelulares (a geração do gametófito) ocorrem em momentos diferentes do ciclo de vida da rosa.

Geração de esporófito

A geração de esporófito é a fase diploide do ciclo de vida de uma roseira. O esporófito, que significa "planta de esporo" em grego, carrega as células reprodutivas. Uma vez que uma semente de rosa se desenvolve após a fertilização, ela é envolta em uma fruta escura e vermelha para atrair animais dispersores. Se as condições forem favoráveis, a semente germinará e um período de crescimento e desenvolvimento se seguirá. Durante a primavera, uma flor de rosa aparecerá, sinalizando a fase reprodutiva do ciclo de vida da roseira.

Sementes e frutas

A geração do esporófito da rosa começa como um zigoto diploide, o resultado da fertilização ou fusão do óvulo com o espermatozoide. Essa estrutura reprodutiva é protegida por um revestimento de semente e contém uma planta embrionária e um suprimento de comida. A semente da rosa está contida dentro de uma fruta vermelha escura, que geralmente aparece no outono para atrair potenciais animais dispersores. O embrião desenvolve uma raiz, broto e dois cotilédones, que ajudam a digerir, absorver e transferir alimentos do endosperma para o embrião.

Flor

As rosas são flores completas, consistindo de um eixo central no qual são anexados quatro conjuntos sucessivos de folhas modificadas. Estes incluem sépalas, que envolvem e protegem o broto; pétalas, que atraem polinizadores potenciais; estames e carpelos. O estame é a estrutura reprodutiva masculina de uma flor que consiste de um filamento e uma antera na qual se desenvolvem grãos de pólen. O carpelo é a estrutura reprodutiva feminina da flor, composto de um ovário escondido na base da flor com um estilete muito saliente, terminando em um estigma pegajoso. As células-mãe desenvolvem-se dentro da clivagem da flor por meiose para produzir dois tipos de esporos haploides assexuados: micrósporos nas anteras e megásporos dentro do ovário.

Geração de gametófito

A geração de gametófito é a fase multicelular haploide no ciclo de vida de uma roseira. Uma vez que o esporófito da rosa sofre meiose e produz esporos haploides, os esporos sofrem mitose e diferenciação. O gametófito masculino é um grão de pólen resistente e à prova d'água que deve se afastar com o vento ou ser transportado por um animal para o saco de embrião de outra rosa, o gametófito feminino.

Polinização e fertilização

Uma vez que um grão de pólen atinge o estigma pegajoso do carpelo, começa o processo de fertilização. Se a fertilização de gametófitos da rosa é bem sucedida, o resultado será um zigoto diploide, uma reserva de comida do endosperma e um revestimento de semente. Essa nova geração de esporófito diploide pode ficar dormente por meses ou anos esperando por condições favoráveis para germinar. Sementes de rosas exigem calor e umidade para crescimento e desenvolvimento.

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