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Bactérias em piscinas

Escrito por jay leone | Traduzido por giovana moretti
Bactérias em piscinas

Piscinas podem acumular bactérias e prejudicar a saúde humana

Jupiterimages/Goodshoot/Getty Images

Um estudo sobre bactérias realizado em 2008 em piscinas públicas descobriu que cerca de uma em cada oito delas operam sob condições que violam os códigos de saúde pública. Esse estudo incluiu uma inspeção de mais de 120 mil piscinas públicas encontradas em 13 estados dos Estados Unidos. Cerca de 12% dessas piscinas foram fechadas imediatamente devido a sérias violações de saúde; aproximadamente 17,2% de todas elas em centros de cuidados infantis também haviam violados os códigos, além de 15,3% das piscinas de hotéis.

Bactérias

As piscinas públicas podem ser o refúgio de vastas quantidades de bactérias. Existem especificamente três tipos delas que podem ser transmitidas pela água e prosperam nestes locais: a cryptospyridium, a giárdia e a E coli. Elas são encontradas em várias piscinas e podem contribuir para doenças de recreação.

Causas

As doenças recreacionais são mais comumente causadas pela exposição à diarreia. O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (EUA) afirma que as pessoas que nadam em piscinas públicas podem ter até 0,14 g de fezes em seus corpos. Quando essas pessoas pisam em uma piscina pública, as fezes passam para a água e expõem outros indivíduos à bactéria. Ingerir até mesmo quantidades pequenas desses parasitas pode expor uma pessoa a doenças recreacionais e causar gastroenterite, por exemplo.

Prevenção

Os operadores de piscinas públicas precisam monitorar cuidadosamente os níveis de pH e desinfetar adequadamente as piscinas durante os períodos de operação. Os usuários devem evitar nadar nesses locais quando a água parecer turva, pois isso é uma possível indicação de que ela não está sendo bem filtrada. Tanto crianças quanto adultos devem tomar um ducha antes de entrarem em uma piscina pública. Talvez a maneira mais fácil de evitar as doenças recreacionais seja não ingerir a água da piscina. Fontes públicas também podem ser abrigo de bactérias, especialmente porque a água dessas fontes não é tratada com cloro.

Cloro

O cloro adicionado às piscinas públicas é desenvolvido para matar bactérias. Um certo nível de cloro é necessário nestas piscinas para torná-las seguras para os usuários nadarem regularmente. A superexposição ao cloro, porém, pode levar a efeitos negativos à saúde. Nadar em uma piscina com muito cloro pode criar erupções e levar a irritação nos olhos, além de ser um ambiente hostil para crianças com asma. As pessoas devem evitar exposições diárias a piscinas "supercloradas".

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