As características de defesa dos castelos medievais

Escrito por mike phelps | Traduzido por ana lima
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As características de defesa dos castelos medievais
Castelos eram construídos como fortalezas para proteger as pessoas dos ataques (Comstock/Comstock/Getty Images)

O período medieval foi um momento perigoso na história europeia. Gangues de saqueadores e exércitos invasores eram perigos comuns, de modo que a segurança e a defesa eram prioridades. Os castelos evoluíram para formidáveis estruturas de pedra que eram capazes de proteger os nobres que lá viviam, bem como a população local, de ataques. Os castelos neste período foram projetados e construídos com uma série de características defensivas que tornavam os cercos mais difíceis e perigosos para os inimigos.

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Fossos

Os fossos eram construídos cavando-se uma grande vala ao redor do muro externo do castelo e, em seguida, preenchidos com água. Estes serviam de barreiras defensivas relativamente simples e eram eficazes impedindo os invasores de chegarem com suas máquinas de cerco contra as paredes do castelo. Os fossos também tornaram muito mais difícil para os atacantes cavar túneis sob os muros.

Pontes levadiças

As pontes levadiças eram construídas através de fortes pontes de madeira que seriam levantadas para impedir que as pessoas atravessassem o fosso quando o castelo estava sob ameaça de ataque. Quando não estavam sob ataque, muitas vezes, as pontes levadiças eram deixadas abaixadas durante o dia, para permitir o acesso conveniente ao portão principal do castelo. A ponte levadiça era a parte mais vulnerável do castelo, por isso as forças inimigas tentavam alcançá-la de surpresa em seu ataque inicial e pegar os defensores do castelo com a ponte levadiça ainda baixa.

Muros

Os muros externos dos castelos Medievais eram construídos com grandes blocos de pedra e tinham muitas vezes, vários metros de espessura. O muro exterior seria o maior e mais forte mas, frequentemente, havia uma segunda e, por vezes, até mesmo uma terceira parece para proteção adicional. Se a primeira parede fosse violada, os atacantes teriam que começar de novo e destruir a próxima. A defesa tentava aguentar até que os atacantes tivessem esgotado suas fontes e fossem obrigados a se retirar.

Portões

Grandes portões de ferro, conhecidos como portas levadiças, poderiam ser levantados e abaixados. Um deles geralmente era localizado na entrada principal, onde as pontes levadiças estavam, e um segundo portão estava mais para dentro do castelo, no fim de um pequeno túnel. Soldados invasores que eram capazes de passar pela ponde levadiça poderiam ser presos entre os dois portões e atacados de cima com armas como pedras, flechas e azeite fervente.

Parapeitos

Os parapeitos eram estruturas defensivas no topo de um muro do castelo. Os muros eram recortados ou entalhados, para dar aos defensores a capacidade de monitorar e atacar os invasores. Um número relativamente pequeno de tropas poderia conter números muito maiores quanto tentavam atravessar a fossa ou subir as muralhas do castelo com escadas a partir dessas eficazes posições defensivas.

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