Características geográficas do limite de placas tectônicas

Escrito por doug bennett | Traduzido por maria renata c. m. siqueira
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Características geográficas do limite de placas tectônicas
Os vulcões são características geográficas produzidas pelas zonas de subducção tectônica (Jupiterimages/Photos.com/Getty Images)

A teoria das placas tectônicas, formulada na década de 60, descreve como a cobertura terrestre é dividida em pelo menos 12 placas diferentes. Como essas placas movimentam-se vagarosamente, elas interagem umas com as outras formando os limites das placas. Cada um dos diferentes tipos de limites da placa produz características geográficas únicas na superfície, incluindo falhas, trincheiras, vulcões, montanhas, cordilheiras e vales de fissura.

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Falhas sísmicas

Um limite em transformação conecta dois limites divergentes, criando uma falha sísmica. Essa linha representa uma área de contato, onde duas placas estão convergindo-se horizontalmente. Os exemplos das falhas sísmicas são as de: San Andreas, que conecta a placa do Pacifico Leste, ao sul, com a Gorda do Sul e Juan de Fuca e a Cordilheira do Explorador, ao norte.

Trincheiras

As trincheiras são características geográficas formadas por placas convergentes. Quando duas placas tectônicas convergem, a placa mais pesada é forçada para baixo, criando uma zona de subducção. Esse processo resulta na formação da trincheira. As fossas Marianas são um exemplo da formação por duas placas oceânicas. A parte mais profunda dessa trincheira, chamada de depressão do desafiador, está a 10.972 m de profundidade, mais alto do que o Monte Evereste.

Vulcões

Uma outra característica geográfica que resulta de uma zona de subducção é o vulcão. Quando a placa que está sendo forçada para baixo começa a derreter, esse magma sobe à superfície, formando os vulcões. O Monte Santa Helena é um exemplo de vulcão formado por uma placa oceânica que está submergindo-se para baixo da placa continental Norte Americana. Quando duas placas oceânicas convergem, tanto uma trincheira como uma cadeia de vulcões pode ser formada. Esses vulcões podem gerar uma cadeia de ilhas, como as ilhas Mariana, que estão localizadas na trincheira Mariana.

Cadeias de montanhas

Quando duas placas continentais convergem, nenhuma delas é capaz de ceder ou submergir sob a outra. Isso resulta em uma colisão poderosa que produz uma pressão enorme e esmagadora. Por fim, essa pressão causa um grande deslocamento vertical e horizontal, formando cadeias de montanhas. A Cordilheira do Himalaia, uma das mais altas cadeias de montanha do mundo, é um exemplo de uma característica geográfica formada por duas placas continentais que colidiram.

Cordilheiras

Diferente de um limite convergente, um limite divergente é formado pela separação das placas tectônicas. Esse processo alimenta a superfície de magma, criando uma nova cobertura. As zonas divergentes nas placas oceânicas formam uma característica geográfica chamada de cordilheira, que são forçadas para cima pela pressão do magma que sobe. A cordilheira do Médio-Atlântico é um exemplo de uma formação oceânica divergente.

Vales de fissura

Quando as placas divergentes ocorrem em placas continentais, uma característica geológica, chamada vale de fissura, é formada. Essas depressões enchem-se de água vagarosamente, formando lagos quando o seu nível diminui. Por fim, elas formarão a base de um novo oceano. Um exemplo dessa característica geográfica é a zona de fissura do Oeste da África. Ela também é chamada de junção tripla porque representa a divergência de três placas distintas, formando um "y". As placas envolvidas são: a placa árabe e duas das placas africanas, a Núbia e a Somaliana.

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