Ciência forense: técnicas e ferramentas

Escrito por dayna noffke | Traduzido por ilve maria
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Ciência forense: técnicas e ferramentas
Conheça algumas técnicas e ferramentas da ciência forense

O trabalho dos cientistas forenses abrange a aplicação da lei, investigações e a ajuda da ciência, e eles devem ser treinados no uso de ferramentas e técnicas para interpretar as evidências que são encontradas na cena de um crime. Eles devem saber, entre outras coisas, como analisar amostras sangue, fazer testes de DNA, análise química, verificar pegadas ou impressões digitais e testes de balística.

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Definição de ciência forense

A ciência forense é definida como a aplicação da ciência para responder perguntas que são de interesse legal. Mais especificamente, os cientistas forenses utilizam técnicas e ferramentas para interpretar evidências da cena de um crime e usam as informações coletadas para ajudar nas investigações. Cientistas e técnicos forenses vêm de uma variedade de formações acadêmicas, abrangendo cursos de ciências, química e direito.

Tipos de evidência

Cientistas forenses trabalham como generalistas, o que significa que eles devem trabalhar com uma grande variedade de provas. No entanto, muitos se especializam na utilização de determinadas técnicas e ferramentas. Diferentes tipos de provas requerem diferentes habilidades e equipamentos. As provas que são mais frequentemente analisadas durante as investigações são: vestígios no local do crime, evidências biológicas e balísticas. Evidências são encontradas em objetos e até mesmo em pessoas que tiveram contato com determinado objeto, e cada um deles deixa algum vestígio para trás. Impressões digitais e marcas de pneus são alguns dos exemplos de vestígios de provas. Já as evidências biológicas, são aquelas onde são encontrados fluidos corporais de restos humanos ou animais, o que pode incluir testes de DNA. A balística é o estudo de armas de fogo e, em particular, o caminho que a bala percorre durante o disparo.

Evidências biológicas

Ao examinar evidências biológicas, os cientistas forenses utilizam ferramentas tanto na cena do crime como no laboratório. Quando um cientista forense chega na cena do crime, ele pode procurar restos humanos, sangue ou outros fluidos corporais e coletar amostras de qualquer coisa que ele julgue ser importante para a investigação. Já que nem todos os fluidos corporais (particularmente aqueles que foram limpos após o crime) são visíveis a olho nu, o cientista pode utilizar o Luminol para mostrar vestígios de sangue. Quando grandes quantidades de sangue estão presentes, um especialista em análise de manchas de sangue pode examinar os padrões e tamanho das manchas para determinar informações como a trajetória do sangue, por exemplo. Estes dados podem ajudar o cientista a deduzir qual tipo de arma foi usada ou onde exatamente o autor do crime e a vítima estavam quando o crime aconteceu.

Evidências de DNA

O teste de DNA utiliza os marcadores genéticos que identificam os indivíduos para determinar se determinada pessoa esteve na cena, ou para identificar algo que seja propriedade de uma determinada pessoa. Para identificar o DNA de um indivíduo, deve ser extraído algum fluido ou outra coisa que contenha informação genética, como sêmen, sangue ou saliva. O cientista executa testes que identificam os marcadores genéticos e cria um perfil que é único de cada indivíduo e pode ser comparado com o DNA de qualquer outra pessoa. Os cientistas também podem tentar obter sangue suficiente das provas coletadas para realizar testes de toxicologia e determinar a presença de álcool, drogas, venenos ou produtos químicos.

Vestígios de provas

Evidências são encontradas quando dois objetos fazem contato um com o outro. Quando uma pessoa ou um objeto toca o outro, vestígios serão trocados. É assim que fazem análises de impressões digitais, marcas de pneus, pegadas e análise de fibras. Especialistas retiram as impressões digitais das superfícies por meio de um pó especial que gruda nas marcas deixadas pelos dedos, em seguida é utilizada uma fita especial para impressões digitais e depois a impressão coletada é levada para o laboratório, onde pode ser devidamente analisada. No caso de uma pegada, marca de pneu ou algo semelhante, o cientista forense pode preencher a depressão com gesso, o qual pode ser removido após secar. A moldagem é levada para um laboratório, onde é armazenada ou comparada com outra amostra conhecida, como por exemplo, o sapato de um suspeito.

Balística

Alguns cientistas forenses são especializados na área de testes balísticos. A ciência balística envolve a trajetória de uma bala durante o disparo em direção ao alvo. Especialistas podem determinar uma quantidade enorme de informações sobre o tipo de arma que foi utilizada, o caminho da bala e muito mais através do exame da própria bala. As armas produzem um padrão específico e único de sulcos nas balas quando são disparadas e este padrão é único de cada arma. Ao examinar as balas, o investigador pode identificar o tipo de arma utilizada, de onde o tiro foi disparado e até mesmo combinar a bala com uma arma específica.

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