Cura para o câncer glioma intrínseco e difuso de tronco cerebral

Escrito por brad mchargue | Traduzido por monica ferreira rocha lopes
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O glioma intrínseco e difuso de tronco cerebral é uma forma rara e letal de câncer do tronco cerebral que normalmente afeta crianças com idades entre cinco e dez anos. As células do tumor crescem em torno e entre as células saudáveis e uma remoção cirúrgica é impossível devido ao local onde elas se desenvolvem. Como resultado, o único método eficaz de tratamento envolve a radioterapia, que serve para ajudar a aliviar os sintomas. O tempo de sobrevivência é geralmente de nove a doze meses.

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Sintomas

Os sintomas podem ser semelhantes aos da gripe, como fadiga, dor de cabeça e vômitos, causados por um aumento de pressão no cérebro, hidrocefalia, que é o acúmulo de pressão de fluido no cérebro, a incapacidade de controlar os movimentos faciais, como engolir, fechar os olhos e mastigar, e a incapacidade de andar corretamente. Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa e normalmente aparecem dentro de um mês após o desenvolvimento do tumor. Caso seu filho sinta algum desses sintomas, procure um médico imediatamente.

Tratamento

Tratar o glioma intrínseco e difuso de tronco cerebral é incrivelmente difícil e, na melhor das hipóteses, apenas adia a morte. O método mais comum de tratamento é a radioterapia, que envolve o uso de feixes de alta radiação aplicada diretamente no tumor do lado de fora da cabeça (radiação com feixe externo). Cerca de 75% das pessoas que se submetem a essa terapia para esse tipo de câncer sentem uma ligeira melhora, mas isso é temporário.

A quimioterapia, que envolve a utilização de medicamentos que matam o câncer injetados por via intravenosa ou administrada sob uma forma de comprimido ou pílula, é raramente utilizada, no entanto, ela vem sendo constantemente utilizada em testes clínicos. Um estudo publicado em agosto de 2008 na revista Neuro Oncology observou a eficácia da quimioterapia administrada antes da radioterapia em indivíduos com tumores do tronco cerebral. Concluiu-se que a quimioterapia de fato possui o potencial para melhorar a taxa de sobrevivência, no entanto, há um risco sério de efeitos colaterais.

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